Museu de Alberto Sampaio

Museu de Alberto Sampaio

Pré-escolar

Visitas Temáticas

Caça aos Anjinhos

Os anjinhos estão presentes em quase todas as coleções do Museu. Podem ser encontrados na escultura, na pintura, na ourivesaria, na talha…. Esta visita permite, com o pretexto de encontrar anjinhos, a descoberta do Museu e das mais variadas peças do seu espólio.

À descoberta do Menino Jesus

Vários episódios da vida do Menino Jesus estão representados nas diferentes coleções do Museu.
Esta visita permite a descoberta destes episódios e também dá a conhecer algumas das mais belas peças deste Museu.

Teatros de Marionetas

Sonhos da Roberta: há freiras no Museu

Através deste teatro de marionetas, dá-se a conhecer um pouco da vida conventual das freiras do Convento de Santa Clara de Guimarães. A personagem principal é a Roberta, uma menina que vive no Museu de Alberto Sampaio, que, juntamente com o seu amigo Dentinhos, viaja em sonhos até este convento
vimaranense. A linguagem é simples, os cenários são coloridos e a música acompanha toda a história! É um espetáculo que alia a componente lúdica à pedagógica e que encanta quem o vê.

Afonso Henriques, um rei a valer

“Afonso Henriques, um rei a valer!” é um teatro de marionetas que nos conta, de forma muito divertida, a vida do nosso primeiro rei. Através dele, conhecemos o Afonso Henriques – criança que, como todos os meninos da sua idade, gosta de brincar e pregar algumas partidas, o Afonso Henriques – adulto, que se
transforma no corajoso conquistador que ainda hoje recordamos e, finalmente, um Afonso Henriques mais maduro, a anunciar o seu sucessor, D. Sancho I – O Povoador. Mas conhecemos outras personagens também: os pais de Afonso Henriques, o Conde D. Henrique e D. Teresa, o seu aio, possivelmente D. Egas Moniz, o Conde Fernão Peres de Trava e D. Mafalda, a esposa de Afonso Henriques e até assistimos,  imagine-se, ao nascimento dos pequenos infantes!
Espera-se, neste teatro, que as crianças, para além da diversão, reconheçam alguns dos aspetos históricos associados à figura deste rei tão valoroso.

Teatros de Sombras

Mãos Enamoradas

No dia 14 de fevereiro, Dia dos Namorados, o museu aproveita para dar a conhecer a história de duas artes vimaranenses, cheias de tradição, que falam de amor! Através deste teatro de sombras conta-se, de uma forma mágica e poética, a história da cantarinha das prendas e do bordado de Guimarães, que pode ser usado nos lenços dos namorados.

Lendas de Guimarães

O Museu de Alberto Sampaio apresenta vários teatros de sombras que dão a conhecer lendas sobre Guimarães: A lenda do espirro de D. João I / A lenda de Santa Catarina da Penha / A lenda
da Oliveira / A lenda do cutileiro e da boa água de Guimarães / A lenda de
Egas Moniz / A lenda da Santa Cabeça / A lenda de Santa Margarida

Todas estas histórias são compostas por algumas colheradas de verdade misturadas com boas doses de fantasia! Estão povoadas de maravilhosos milagres, de heróis e heroínas corajosos e também de reis muito valentes, que encantarão os seus alunos.

Ateliês complementares

Máscaras Reais

Na sequência do teatro de marionetas “Afonso Henriques, um rei a valer”, os alunos poderão participar num ateliê de construção de uma máscara retratando o primeiro rei ou a primeira rainha.

A minha personagem preferida

Na sequência do teatro de marionetas “Sonhos da Roberta: há freiras no Museu”, os alunos poderão participar num ateliê de pintura de azulejo, onde poderão retratar a sua personagem preferida.

Brincar com as sombras

Para além destes teatros de sombras, os participantes poderão também construir uma marioneta de sombras.

1º CEB

Visitas Leves

Cinco Peças, Cinco Histórias

A visita é feita escolhendo apenas 5 peças emblemáticas e contextualizando-as na época.

Quem quer ser historiador?

A visita é orientada com base num concurso de perguntas de escolha múltipla. Por cada resposta acertada, a turma ganha um postal (um total de 6). No final, a turma receberá um diploma de participação.

Visitas Temáticas

D. João I e Guimarães

A sala de Aljubarrota é o local ideal para se abordar a crise de 1383/ 85. Nesta sala, estão expostas as duas peças que o rei ofereceu, em sinal de gratidão a Nossa Senhora da Oliveira, depois da vitória na Batalha de Aljubarrota: o loudel e o tríptico de prata dourada.
O loudel é a veste militar que D. João I usou na batalha. O tríptico é um magnífico altar em prata dourada que representa um presépio.

Descobertas do Centro
Histórico com guião

À Descoberta da Praça da Oliveira | À Descoberta da Praça de Santiago

Estes guiões, cheios de jogos de observação e de descoberta, permitem aos alunos percorrer espaços de origem medieval que se situam no centro histórico e, assim, descobrir as curiosidades deste património.

Necessário levar lápis

Teatros de Marionetas

Como D. João I tomou a vila de Guimarães!

Fernão Lopes, cronista de D. João I, conta-nos com todo o pormenor, na “Crónica de D. João I”, o modo como este monarca, em 1385, tomou Guimarães. Nessa época, Guimarães tinha duas vilas, a Vila de Baixo e a Vila de Cima, e ambas apoiavam o rei de Castela e D. Beatriz. D. João I, empenhado em conquistar Guimarães para a sua causa, decidiu tomar primeiro a Vila de Baixo. A estratégia que utilizou foi de grande engenho e astúcia tendo contado para isso com a ajuda de Afonso Lourenço, um escudeiro vimaranense. É este episódio que é encenado e dramatizado neste teatrinho de marionetas.

Sonhos da Roberta: há freiras no Museu

Através deste teatro de marionetas, dá-se a conhecer um pouco da vida conventual das freiras do Convento de Santa Clara de Guimarães. A personagem principal é a Roberta, uma menina que vive no Museu de Alberto Sampaio, que, juntamente com o seu amigo Dentinhos, viaja em sonhos até este convento
vimaranense. A linguagem é simples, os cenários são coloridos e a música acompanha toda a história! É um espetáculo que alia a componente lúdica à pedagógica e que encanta quem o vê.

Histórias do Tio Alberto

Este teatrinho de marionetas é uma adaptação do livro infantil “História de Alberto” de Emília Nóvoa Faria. Numa narrativa colorida, muito divertida e cheia de sons, contam-se episódios da vida de Alberto Sampaio, patrono deste Museu e um grande historiador do século XIX.
Alberto Sampaio nasceu em Guimarães em 1841 e morreu em Vila Nova de Famalicão em 1908. Em 2008, comemorou-se o centenário da sua morte.

Afonso Henriques, um rei a valer

“Afonso Henriques, um rei a valer!” é um teatro de marionetas que nos conta, de forma muito divertida, a vida do nosso primeiro rei. Através dele, conhecemos o Afonso Henriques – criança que, como todos os meninos da sua idade, gosta de brincar e pregar algumas partidas, o Afonso Henriques – adulto, que se
transforma no corajoso conquistador que ainda hoje recordamos e, finalmente, um Afonso Henriques mais maduro, a anunciar o seu sucessor, D. Sancho I – O Povoador. Mas conhecemos outras personagens também: os pais de Afonso Henriques, o Conde D. Henrique e D. Teresa, o seu aio, possivelmente D. Egas Moniz, o Conde Fernão Peres de Trava e D. Mafalda, a esposa de Afonso Henriques e até assistimos,  imagine-se, ao nascimento dos pequenos infantes!
Espera-se, neste teatro, que as crianças, para além da diversão, reconheçam alguns dos aspetos históricos associados à figura deste rei tão valoroso.

Mumadona Dias, a fundadora de Guimarães

Este teatro de marionetas dá a conhecer, de forma divertida, uma das figuras incontornáveis da história de Guimarães. Mumadona Dias foi uma mulher notável e poderosa no seu tempo e a ela se devem duas construções que estiveram na origem de Guimarães: um mosteiro e um primitivo castelo.

Teatros de Sombras

E Assim Nasceu Guimarães

Neste teatro de sombras, explicamos onde e como Guimarães nasceu, damos
a conhecer personalidades como Mumadona Dias e o Conde D. Henrique e
mostramos que papéis desempenharam neste importante processo.

Mãos Enamoradas

No dia 14 de fevereiro, Dia dos Namorados, o museu aproveita para dar a conhecer a história de duas artes vimaranenses, cheias de tradição, que falam de amor! Através deste teatro de sombras conta-se, de uma forma mágica e poética, a história da cantarinha das prendas e do bordado de Guimarães, que pode ser usado nos lenços dos namorados.

Lendas de Guimarães

O Museu de Alberto Sampaio apresenta vários teatros de sombras que dão a conhecer lendas sobre Guimarães: A lenda do espirro de D. João I / A lenda de Santa Catarina da Penha / A lenda
da Oliveira / A lenda do cutileiro e da boa água de Guimarães / A lenda de
Egas Moniz / A lenda da Santa Cabeça / A lenda de Santa Margarida

Todas estas histórias são compostas por algumas colheradas de verdade misturadas com boas doses de fantasia! Estão povoadas de maravilhosos milagres, de heróis e heroínas corajosos e também de reis muito valentes, que encantarão os seus alunos.

Ateliês complementares

D. João I e Guimarães

Depois de uma visita à Sala de Aljubarrota, onde se guardam as ofertas de D. João I a Nossa Senhora da Oliveira após a Batalha de Aljubarrota e outras peças relacionadas com a época deste monarca, os alunos, em ateliê, poderão pintar num azulejo um motivo, à sua escolha, sobre este rei e a sua ligação a Guimarães.

Máscaras Reais

Na sequência do teatro de marionetas “Afonso Henriques, um rei a valer”, os alunos poderão participar num ateliê de construção de uma máscara retratando o primeiro rei ou a primeira rainha.

Máscaras Reais

Na sequência do teatro de marionetas “Como D. João I tomou a vila de Guimarães!”, os alunos poderão participar num ateliê de construção de uma máscara retratando D. João I ou D. Filipa de Lencastre

A minha personagem preferida

Na sequência do teatro de marionetas “Sonhos da Roberta: há freiras no Museu”, os alunos poderão participar num ateliê de pintura de azulejo, onde poderão retratar a sua personagem preferida.

Brincar com as sombras

Para além destes teatros de sombras, os participantes poderão também construir uma marioneta de sombras.

Maleta Pedagógica

Jogos Medievais de Tabuleiro

O Museu tem um belo conjunto de peças que permitem um passeio agradável
por entre obras de elevado valor e carregadas de significado histórico, artístico e
religioso.
Fazer uma visita geral às coleções do Museu é viajar por entre a escultura, a pintura,
a ourivesaria e outras artes que nos ajudam a visualizar a rica história do país.

2º CEB

Visita Geral às Coleções

O Museu tem um belo conjunto de peças que permitem um passeio agradável por entre obras de elevado valor e carregadas de significado histórico, artístico e religioso.
Fazer uma visita geral às coleções do Museu é viajar por entre a escultura, a pintura, a ourivesaria e outras artes que nos ajudam a visualizar a rica história do país.

Visitas Leves

Cinco Peças, Cinco Histórias

A visita é feita escolhendo apenas 5 peças emblemáticas e contextualizando-as na época.

Quem quer ser historiador?

A visita é orientada com base num concurso de perguntas de escolha múltipla. Por cada resposta acertada, a turma ganha um postal (um total de 6). No final, a turma receberá um diploma de participação.

Visitas Temáticas

D. João I e Guimarães

A sala de Aljubarrota é o local ideal para se abordar a crise de 1383/ 85. Nesta sala, estão expostas as duas peças que o rei ofereceu, em sinal de gratidão a Nossa Senhora da Oliveira, depois da vitória na Batalha de Aljubarrota: o loudel e o tríptico de prata dourada.
O loudel é a veste militar que D. João I usou na batalha. O tríptico é um magnífico altar em prata dourada que representa um presépio.

Descobertas do Museu com guião

À Descoberta do Museu

É uma visita/descoberta que os alunos, com o apoio de um guião, fazem através dos diferentes espaços do Museu. Este tipo de visita permite-lhes descobrir os pormenores e as curiosidades das peças mais emblemáticas e mais significativas.

Necessário levar lápis

Descobertas do Centro
Histórico com guião

À Descoberta da Praça da Oliveira | À Descoberta da Praça de Santiago

Estes guiões, cheios de jogos de observação e de descoberta, permitem aos alunos percorrer espaços de origem medieval que se situam no centro histórico e, assim, descobrir as curiosidades deste património.

Necessário levar lápis

Teatros de Marionetas

Como D. João I tomou a vila de Guimarães!

Fernão Lopes, cronista de D. João I, conta-nos com todo o pormenor, na “Crónica de D. João I”, o modo como este monarca, em 1385, tomou Guimarães. Nessa época, Guimarães tinha duas vilas, a Vila de Baixo e a Vila de Cima, e ambas apoiavam o rei de Castela e D. Beatriz. D. João I, empenhado em conquistar Guimarães para a sua causa, decidiu tomar primeiro a Vila de Baixo. A estratégia que utilizou foi de grande engenho e astúcia tendo contado para isso com a ajuda de Afonso Lourenço, um escudeiro vimaranense. É este episódio que é encenado e dramatizado neste teatrinho de marionetas.

Histórias do Tio Alberto

Este teatrinho de marionetas é uma adaptação do livro infantil “História de Alberto” de Emília Nóvoa Faria. Numa narrativa colorida, muito divertida e cheia de sons, contam-se episódios da vida de Alberto Sampaio, patrono deste Museu e um grande historiador do século XIX.
Alberto Sampaio nasceu em Guimarães em 1841 e morreu em Vila Nova de Famalicão em 1908. Em 2008, comemorou-se o centenário da sua morte.

Afonso Henriques, um rei a valer

“Afonso Henriques, um rei a valer!” é um teatro de marionetas que nos conta, de forma muito divertida, a vida do nosso primeiro rei. Através dele, conhecemos o Afonso Henriques – criança que, como todos os meninos da sua idade, gosta de brincar e pregar algumas partidas, o Afonso Henriques – adulto, que se
transforma no corajoso conquistador que ainda hoje recordamos e, finalmente, um Afonso Henriques mais maduro, a anunciar o seu sucessor, D. Sancho I – O Povoador. Mas conhecemos outras personagens também: os pais de Afonso Henriques, o Conde D. Henrique e D. Teresa, o seu aio, possivelmente D. Egas Moniz, o Conde Fernão Peres de Trava e D. Mafalda, a esposa de Afonso Henriques e até assistimos,  imagine-se, ao nascimento dos pequenos infantes!
Espera-se, neste teatro, que as crianças, para além da diversão, reconheçam alguns dos aspetos históricos associados à figura deste rei tão valoroso.

Mumadona Dias, a fundadora de Guimarães

Este teatro de marionetas dá a conhecer, de forma divertida, uma das figuras incontornáveis da história de Guimarães. Mumadona Dias foi uma mulher notável e poderosa no seu tempo e a ela se devem duas construções que estiveram na origem de Guimarães: um mosteiro e um primitivo castelo.

Teatros de Sombras

E Assim Nasceu Guimarães

Neste teatro de sombras, explicamos onde e como Guimarães nasceu, damos
a conhecer personalidades como Mumadona Dias e o Conde D. Henrique e
mostramos que papéis desempenharam neste importante processo.

Lendas de Guimarães

O Museu de Alberto Sampaio apresenta vários teatros de sombras que dão a conhecer lendas sobre Guimarães: A lenda do espirro de D. João I / A lenda de Santa Catarina da Penha / A lenda
da Oliveira / A lenda do cutileiro e da boa água de Guimarães / A lenda de
Egas Moniz / A lenda da Santa Cabeça / A lenda de Santa Margarida

Todas estas histórias são compostas por algumas colheradas de verdade misturadas com boas doses de fantasia! Estão povoadas de maravilhosos milagres, de heróis e heroínas corajosos e também de reis muito valentes, que encantarão os seus alunos.

Ateliês complementares

D. João I e Guimarães

Depois de uma visita à Sala de Aljubarrota, onde se guardam as ofertas de D. João I a Nossa Senhora da Oliveira após a Batalha de Aljubarrota e outras peças relacionadas com a época deste monarca, os alunos, em ateliê, poderão pintar num azulejo um motivo, à sua escolha, sobre este rei e a sua ligação a Guimarães.

Brincar com as sombras

Para além destes teatros de sombras, os participantes poderão também construir uma marioneta de sombras.

Maleta Pedagógica

Jogos Medievais de Tabuleiro

O Museu tem um belo conjunto de peças que permitem um passeio agradável
por entre obras de elevado valor e carregadas de significado histórico, artístico e
religioso.
Fazer uma visita geral às coleções do Museu é viajar por entre a escultura, a pintura,
a ourivesaria e outras artes que nos ajudam a visualizar a rica história do país.

3º CEB

Visita Geral às Coleções

O Museu tem um belo conjunto de peças que permitem um passeio agradável por entre obras de elevado valor e carregadas de significado histórico, artístico e religioso.
Fazer uma visita geral às coleções do Museu é viajar por entre a escultura, a pintura, a ourivesaria e outras artes que nos ajudam a visualizar a rica história do país.

Visitas Temáticas

D. João I e Guimarães

A sala de Aljubarrota é o local ideal para se abordar a crise de 1383/ 85. Nesta sala, estão expostas as duas peças que o rei ofereceu, em sinal de gratidão a Nossa Senhora da Oliveira, depois da vitória na Batalha de Aljubarrota: o loudel e o tríptico de prata dourada.
O loudel é a veste militar que D. João I usou na batalha. O tríptico é um magnífico altar em prata dourada que representa um presépio.

Descobertas do Museu com guião

À Descoberta do Museu

É uma visita/descoberta que os alunos, com o apoio de um guião, fazem através dos diferentes espaços do Museu. Este tipo de visita permite-lhes descobrir os pormenores e as curiosidades das peças mais emblemáticas e mais significativas.

Necessário levar lápis

À Descoberta do Românico e do Gótico no Museu

Com o apoio de um guião, os alunos descobrem, nos diferentes espaços do Museu e nas suas coleções, testemunhos dos estilos Românico e Gótico. Para além de jogos que procuram treinar a observação, este guião apresenta-se como uma ferramenta que destaca algumas das ideias-chave ligadas a estes dois estilos medievais.

Necessário levar lápis

Descobertas do Centro
Histórico com guião

À Descoberta do Centro Histórico de Guimarães

O Museu de Alberto Sampaio situa-se em pleno centro histórico de Guimarães, Património da Humanidade. Por esse motivo é um excelente ponto de partida para a sua descoberta.
O Serviço Educativo do Museu preparou um guião que permite o seu conhecimento de uma forma divertida e descontraída.

Necessário levar lápis

Maleta Pedagógica

Jogos Medievais de Tabuleiro

O Museu tem um belo conjunto de peças que permitem um passeio agradável
por entre obras de elevado valor e carregadas de significado histórico, artístico e
religioso.
Fazer uma visita geral às coleções do Museu é viajar por entre a escultura, a pintura,
a ourivesaria e outras artes que nos ajudam a visualizar a rica história do país.

Secundário

Visita Geral às Coleções

O Museu tem um belo conjunto de peças que permitem um passeio agradável por entre obras de elevado valor e carregadas de significado histórico, artístico e religioso.
Fazer uma visita geral às coleções do Museu é viajar por entre a escultura, a pintura, a ourivesaria e outras artes que nos ajudam a visualizar a rica história do país.

Visitas Temáticas

D. João I e Guimarães

A sala de Aljubarrota é o local ideal para se abordar a crise de 1383/ 85. Nesta sala, estão expostas as duas peças que o rei ofereceu, em sinal de gratidão a Nossa Senhora da Oliveira, depois da vitória na Batalha de Aljubarrota: o loudel e o tríptico de prata dourada.
O loudel é a veste militar que D. João I usou na batalha. O tríptico é um magnífico altar em prata dourada que representa um presépio.

Descobertas do Museu com guião

À Descoberta do Românico e do Gótico no Museu

Com o apoio de um guião, os alunos descobrem, nos diferentes espaços do Museu e nas suas coleções, testemunhos dos estilos Românico e Gótico. Para além de jogos que procuram treinar a observação, este guião apresenta-se como uma ferramenta que destaca algumas das ideias-chave ligadas a estes dois estilos medievais.

Necessário levar lápis

Descobertas do Centro
Histórico com guião

À Descoberta do Centro Histórico de Guimarães

O Museu de Alberto Sampaio situa-se em pleno centro histórico de Guimarães, Património da Humanidade. Por esse motivo é um excelente ponto de partida para a sua descoberta.
O Serviço Educativo do Museu preparou um guião que permite o seu conhecimento de uma forma divertida e descontraída.

Necessário levar lápis

Maleta Pedagógica

Jogos Medievais de Tabuleiro

O Museu tem um belo conjunto de peças que permitem um passeio agradável
por entre obras de elevado valor e carregadas de significado histórico, artístico e
religioso.
Fazer uma visita geral às coleções do Museu é viajar por entre a escultura, a pintura,
a ourivesaria e outras artes que nos ajudam a visualizar a rica história do país.

Talha Dourada e Madeira Estofada

Esta maleta é constituída por instrumentos e materiais usados na execução de talha dourada e de madeira estofada. É complementada por um vídeo que demonstra estas duas técnicas.

Pena Aventura Park

Pena Aventura Park

Pena Aventura Park

Programa de 1 dia

Programa Aventura Esquilo

Multiatividades:
Alpine Coaster – Entre nos carros de estilo tobogã do Alpine Coaster e prepare-se para o passeio de sua vida. 

Percurso Aventura – Os Percursos Aventura são uma actividade que oferecem a possibilidade de percorrer um circuito de habilidades em altura (em forma de pontes suspensas), integrando-se com a natureza em locais até então inacessíveis (ao nível da copa das árvores).

Crazy Cart – Conheça e conduza os Crazy Cart, rodar ou derrapar como um profissional! Conduza como se fosse um kart ou levante a barra de tração para fazer andar o carro em modo louco.

Programa Aventura e Emoção

Multiatividades:
Alpine Coaster – Entre nos carros de estilo tobogã do Alpine Coaster e prepare-se para o passeio de sua vida. 

Percurso Aventura – Os Percursos Aventura são uma actividade que oferecem a possibilidade de percorrer um circuito de habilidades em altura (em forma de pontes suspensas), integrando-se com a natureza em locais até então inacessíveis (ao nível da copa das árvores).

Fantasticable – O Fantasticable consiste num cabo com 1538m a uma altura de 150m, que liga os lugares de Lamelas e Bustelo, em que as pessoas podem “voar” nele a uma velocidade máxima de 130km/h, sendo considerado um dos maiores Fantasticable do mundo!

Programa de 2 ou 3 dias

Programa de 2 dias

1º Dia

14.30h – Percurso aventura;
16.00h – Trampolim;
18.00h – Escalada;
20.00h – Jantar;
21.00h – Caça ao tesouro noturna/Festa Temática;

2º Dia

09.30h – Pequeno almoço;
10.00h – Passeios de Pónei;
11.00h – Crazy Carts;
13.00h – Almoço;

Alojamento incluído: na casa de grupo  “Colmeia”; “Raposa” ou “Morcego”.

Programa de 2 dias

1º Dia

14.30h – Percurso aventura;
16.00h – Alpine Coaster;
17.00h – Quick Flight;
20.00h – Jantar;
21.00h – Caça ao tesouro noturna/Festa Temática;

2º Dia

09.30h – Pequeno almoço;
10.00h – Crazy Carts;
11.00h – Passeio de Cavalo;
13.00h – Almoço;

Opção extra da atividade Fantasticable: +15€ por pessoa.

Alojamento incluído: na casa de grupo  “Colmeia”; “Raposa” ou “Morcego”.

Programa de 3 dias

1º Dia

14.30h – Percurso Aventura;
16.00h – Quick Flight;
17.00h – Merenda;
18.00h – Passeio de Cavalo;
20.00h – Jantar;
21.30h – Caça ao tesouro nocturna;

2º Dia

09.30h – Pequeno almoço;
10.00h – Descida Fantasticable;
11.00h – Alpine Coaster;
13.00h – Almoço;
15.00h – Canoagem;
17.00h – Merenda;
20.00h – Jantar;
22.00h – Festa Temática;

3º Dia

09.30h – Pequeno almoço;
10.00h – Via Ferrata;
11.30h – Crazy Carts;
13.00h – Almoço;

Alojamento incluído: na casa de grupo  “Colmeia”; “Raposa” ou “Morcego”.

Parque Biológio Gaia

Parque Biológico de Gaia

Parque Biológico de Gaia

Visitas

Astronomia

Esta atividade desperta a curiosidade pela astronomia, levando os participantes a compreenderem a noção de distâncias astronómicas, grandeza e ampliação.
Serão observados, sempre que possível, objetos astronómicos, tais como chuvas de meteoros, a Lua, planetas visíveis e outros objetos do catálogo Messier.

Passo a passo

Atividade centrada numa caminhada, nesta recente  Reserva em Canidelo, que permite “espreitar” o estuário e o meio dunar, entendendo as suas fragilidades e diversidade de habitats. 

Grátis para escolas de Vila Nova de Gaia.

Ateliers Descoberta do Parque

Caça ao tesouro

Em cada pista aborda-se um tema diferente e lança-se um novo desafio!

A atividade tem início na Receção com uma breve apresentação das regras a respeitar e do procedimento para descobrir onde se encontra escondido o baú do tesouro.

Os participantes recebem a ficha que descreve o procedimento geral e o mapa do percurso.

Depois o grupo tem de seguir o mapa e a ficha até encontrar o local onde está escondido o baú do tesouro – Jardim do Núcleo (Colmeia).

O técnico acompanha o grupo na procura da primeira pista para ver se este compreendeu o modo de funcionamento do jogo. O técnico que recebe o grupo e entrega a ficha deve ir colocar o baú com o vale no interior e avisar a Receção.

Dos cereais se faz a broa

Aprende-se a confecionar uma fornada de broa no forno tradicional.

No parque biológico de Gaia, Conta-se a história do fabrico tradicional da broa, começando pela cultura e moagem dos cereais no moinho, seguida da preparação e cozedura em forno de lenha.

A atividade inicia na Cozinha da Broa. Das as explicações necessárias aos participantes, misturam-se os ingredientes e convida-se os participantes a amassar.

Enquanto leveda a massa, dá-se um salto ao moinho do Belmiro, com um técnico. Apresentam-se as diferentes fases que vão desde a lavra ao fabrico da broa e explica-se o funcionamento do moinho.

De regresso à Casa da Broa segue-se o processo de embolar e levar ao forno para cozer. Enquanto coze o grupo fica livre. No final tira-se a broa do forno, coloca-se no cesto do grupo e entrega-se um folheto.

Quinteiro da biodiversidade

Nesta atividade aprende-se diferentes formas de apoiar plantas e pequenos animais selvagens num jardim urbano.

Nesta atividade trabalha-se com as plantas a favor das aves, dos mamíferos, dos répteis, dos anfíbios e dos insetos selvagens.

Baseia-se numa conversa dialogada que expõe os jardins urbanos como suportes de vida selvagem, no âmbito da Década da Biodiversidade – campanha das Nações Unidas em curso até 2020.

No jardim do Núcleo da Eira, os participantes aprendem a identificar algumas plantas hospedeiras de lagartas de borboletas e outras ricas em néctar que apoiam os valiosos insetos polinizadores.

De acordo com a época do ano, a parte prática assenta na construção de um comedouro para aves selvagens a ser aplicado no jardim, abrigos para morcegos, abrigos para ouriços-cacheiros, pontos de água para as aves, entre outros motivos de interesse.

Formiga Rabiga

Há que deitar mãos à obra e, com eles, começar a construir objetos decorativos, brinquedos ou o que a imaginação ditar.

Preparada a sala antes do grupo chegar, os técnicos recebem o grupo e explicam em que consiste a atividade.

Geologia no parque biológico

Dependendo da idade, os participantes poderão observar in situ rochas em amostra de mão, observar solos e antigas praias fluviais e, à lupa, aspetos mais ou menos microscópicos.

Inicia na Receção, onde se enquadra a atividade e se fala das regras a cumprir.

Durante o percurso realizam-se paragens com a respetiva explicação: atrás do Biorama – observação do terraço fluvial; na parte frente do Biorama – visualização do vale do Douro e do vale do Febros; na ponte sobre o rio Febros – explicação da designação das margens de um rio, observação dos seus aluviões; na antiga pedreira – identificação dos minerais presentes; atrás do cercado das Cabras-bravas – observação da meandrização do rio.

O parque biológico visto à lupa

A atividade começa com uma apresentação dos conceitos básicos da lupa e do microscópio.

De seguida sai-se para o percurso de descoberta da natureza do Parque, onde se recolhem materiais para posterior observação.

Durante a atividade são observadas várias estruturas biológicas normalmente só percetíveis com grandes ampliações, como sejam os grãos de pólen ou flores compostas.

Peddy-Paper

Aproveitamos as diversas informações existentes no trilho para colocar questões e desafios aos participantes. No final, sempre que possível, entregamos a correção e esclarecemos as dúvidas.

Apresentada a atividade, explica-se o procedimento a seguir na procura das informações necessárias. Definidas as regras do jogo, inicia-se o percurso de descoberta da natureza.

Respeitando sempre as regras do parque, a equipa vai descobrindo gradualmente alguns elementos da flora, fauna e património cultural.

No final, os participantes devem entregar a prancheta, o lápis e a ficha na Receção para que o técnico de Educação Ambiental possa corrigir o Peddy-paper e tirar eventuais dúvidas.

Pelos caminhos do rio Febros

Ao longo do percurso, fora dos trilhos marcados, conta-se a história do rio e desvendam-se alguns segredos que as suas margens escondem.
O percurso começa na Quinta da Cunha seguindo pela margem esquerda do rio Febros, até à zona do moinho. Durante este caminho falamos da típica vegetação ribeirinha, dos animais que podemos observar nas margens do rio e da sua geologia.
No moinho é dada importância ao património cultural, tal como na capela da Quinta de Santo Tusso.
Caso no percurso sejam encontrados vestígios de animais que possam ser observados à lupa, no final da atividade o grupo passa pelo laboratório para enriquecer um pouco mais a sua visita.
Nota – Não aconselhável a pessoas com mobilidade condicionada.

Visita Guiada

A visita guiada parcial é recomendada a todos os menores de 12 anos.

O principal objetivo consiste em conduzir o grupo pelo percurso de descoberta da natureza do Parque e assim despertar os diferentes aspetos do património natural e cultural.

Proporciona-se simultaneamente um contato mais atento à natureza.

Se for do interesse dos visitantes, para grupos dos 1.º e 2.º ciclos, caso passem o dia completo no Parque Biológico de Gaia, a visita pode ser dividida em manhã e tarde, realizando-se na mesma o percurso total, mas dividido desse modo.

O custo da actividade acresce ao custo de 1€/pax da entrada no Parque Biológico

Ateliers Biodiversidade

Verdade ou mentira

É o desafio ideal para os mais curiosos!

A atividade tem início na receção com uma breve apresentação, das regras a respeitar e do procedimento de procura das pistas. Entrega-se o mapa do percurso, seguindo as orientações e cumprindo as regras apresentadas pelo técnico de educação ambiental.
Ao longo do caminho os participantes irão encontrar umas bolas com afirmações que terão de apurar se são verdadeiras ou falsas. Em cada ponto definido no mapa os participantes terão tarefas para realizar depois do conhecimento adquirido sobre determinado animal ou planta do Parque Biológico de Gaia

Conhecer as plantas

Reúne atividades de descoberta das plantas adequadas aos diferentes níveis de ensino e atende objetivos específicos dos participantes.

O grupo é recebido logo na entrada do parque e escuta uma pequena introdução da atividade.

Segue-se para os viveiros pelo caminho exterior, com uma paragem no canteiro das plantas aromáticas, onde se fala sobre este grupo específico e fazemos a recolha para as reproduzirmos.

Seguimos para a estufa onde falamos sobre alguns processos das plantas que se encontram em crescimento.

Cada participante vai buscar um vaso e leva-o para a mesa. Neste espaço mostramos a parte prática desta atividade.

Conhecer os animais

Este atelier consiste no desenvolvimento de atividades de descoberta dos animais adequadas aos diferentes níveis de ensino e objetivos específicos dos participantes.

Sejam eles mamíferos ou aves, répteis ou anfíbios, todos eles se distinguem de muitas maneiras. Moldados pela evolução das espécies, revelam ser modelos de eficiência da história natural, ou não fossem eles capazes de resolver um vasto leque dos problemas de sobrevivência numa vida autónoma em plena natureza.

Ninhos e comedouros para aves selvagens

Neste atelier aprende-se a construir caixas-ninho, comedouros e bebedouros, ajudando assim a nidificação de certos tipos de aves e a colmatar a escassez de alimento.

Esta atividade pretende confrontar os participantes com diversos aspetos relacionados com a nidificação de certos tipos de aves, como seja a falta de locais naturais para o efeito.

A escassez desses locais, associada à falta de alimento natural, sugere a construção de caixas-ninho e comedouros numa tentativa de ajudar os nossos amigos emplumados. Sensibiliza-se, assim, os participantes para a difícil luta de sobrevivência na natureza que as aves selvagens enfrentam.

Paparoca da bicharada

Os participantes aprendem a distinguir espécies, os seus comportamentos e as suas dietas.

Nota: esta atividade pode ser sujeita eventualmente a algumas alterações, consoante as indicações do setor Zootécnico. Alguns destes animais não são alimentados pelos participantes, mas sim pelos tratadores do parque.

O custo da actividade acresce ao custo de 1€/pax da entrada no Parque Biológico

Ateliers À noite

Descobrir os morcegos do parque biológico

Os morcegos são mamíferos que conquistaram asas ao longo da sua evolução.
Contudo, não é este o único talento que adquiriram nesse percurso de muitos milhares de anos. A sua capacidade de ecolocalização por ultra-sons evidencia o que dissemos antes. É que muitas das vocalizações emitidas pelos morcegos não são audíveis para nós, humanos, a não ser que através de um detetor de ultra-sons as consigamos escutar.
Neste caso, mediante a análise do som, em numerosos casos, é possível identificar as espécies que de noite voam em busca de insetos, o seu alimento de eleição.

Programa uma noite no parque

Tem em vista proporcionar uma visita de mais de um dia que permita partilhar um maior conhecimento da vida no Parque Biológico e dos seus ritmos, já que engloba uma visita noturna e um acompanhamento técnico específico.
O programa de atividades é escolhido pelo grupo visitante de acordo com a agenda de atividades. A todos os participantes é proporcionada uma visita noturna guiada.
As atividades marcadas terão o apoio de um técnico do Parque.

Visita noturna no parque biológico

Permite vivenciar as adaptações de várias espécies animais à noite, os efeitos da atividade humana sobre elas, sentir as mudanças de temperatura e os cheiros, ouvir os sons da noite e aprender a “ver no escuro”,  desmistificando alguns medos.

Sensibiliza igualmente os visitantes para o conhecimento de um mundo natural que desperta à noite, valorizando os sentidos de forma diferente.

Olhar o escuro é o primeiro passo para não o temer. É interessante aprender as adaptações criadas por várias espécies animais ao período noturno, bem como a repercussão dos efeitos da atividade humana sobre elas, sem esquecer o talento da evolução que tende a descobrir nichos de vida em toda a parte.

O custo da actividade acresce ao custo de 1€/pax da entrada no Parque Biológico

Ateliers Percursos guiados em autocarro

Percurso “À descoberta do litoral de Gaia”

Do rio até ao mar, abordamos a conservação do litoral e a sua importância para as populações.

Sensibiliza-se os participantes para o litoral, que não pode ser dissociado nem dos rios nem do clima. Por sua vez, o rio e o estuário são abordados do ponto de vista ecológico e dinâmico.

Ao longo do tempo as dunas também nascem, crescem e morrem. A sua vegetação peculiar será abordada de forma sucinta, especialmente adaptada a este meio difícil, bem como os temas sobre a sua conservação e dinâmica. A fauna selvagem que utiliza este habitat como suporte de sobrevivência receberá também as necessárias referências.

Nota: nesta atividade utiliza-se autocarro, mas há partes pedonais.

Percurso dunas: Conhecer e conservar

Ao longo do percurso feito em autocarro é possível apreciar as alterações da paisagem, bem como constatar alguns dos mais graves problemas que afetam a costa.

Em paragens estratégicas será possível também observar as dunas, perceber o seu funcionamento e estrutura.

Na Aguda visita-se o Parque de Dunas, um autêntico minijardim botânico.

Na Reserva Natural das Dunas de S. Jacinto faz-se a paragem para almoço, seguida de uma visita ao seu Centro de Interpretação.

A visita termina no Parque Biológico de Gaia.

A atividade requer marcação de veículo, podendo esta ser feita no Gabinete de Atendimento do parque. O Parque Biológico apenas assegura o acompanhamento técnico e entrada nos locais a visitar.

Conteúdo retirado de https://parquebiologico.pt/

Autorizado por https://parquebiologico.pt/

Planetário Porto

Planetário do Porto – Pré-escolar

Planetário do Porto

O Planetário do Porto – Centro Ciência Viva é um centro de ciência único, gerido pela maior instituto nacional de investigação em astronomia, que produz conteúdos próprios com a devida adequação pedagógica e rigor científico, e que recebe mais de 30 mil visitantes por ano.

Oficinas Pedagógicas Pré-escolar

Exposição – Do Astrolábio ao GPS

Era uma vez uma pizza e uma bola! Ambos redondos, mas muito diferentes. Apesar de serem grandes amigos, tinham a mania que eram importantes. Tão importantes que o Sistema Solar lhes tinha pedido emprestado as suas formas, para construir o Sol, os planetas e todos os astros que no céu moram. Contudo, não podiam estar mais enganados!
Após, com o auxílio do telescópio, iremos observar o Sol e, assim, constatar a sua verdadeira cor. A finalizar e literalmente em cima do Sistema Solar, daremos liberdade à nossa expressão artística.

Domínio da Área de Conteúdo de Expressão e Comunicação:
  • Educação artística
Componente da Área de Conteúdo de Conhecimento do mundo:
  • Abordagem às Ciências
  • Introdução à Metodologia Científica
  • Mundo Tecnológico e utilização das tecnologias

Sessão imersiva + Laboratório

Somos feitos de estrelas

Nesta sessão fatos e botas espaciais, capacetes de astronauta e garrafa de oxigénio são essenciais. Tal acontece, obviamente, numa história de encantar, onde tudo é possível, usando a imaginação das crianças. A história começa por “era uma vez…”, mas o final estará nas mãos do(a) Educador(a) que acompanha os seus pequenos “astronautas de faz de conta”.

 

Componente da Área de Conteúdo de Conhecimento do mundo:
  • Abordagem às Ciências

Sessão imersiva

O que se esconde no céu

Era uma vez uma pizza e uma bola! Ambos redondos, mas muito diferentes. Apesar de serem grandes amigos, tinham a mania que eram importantes. Tão importantes que o Sistema Solar lhes tinha pedido emprestado as suas formas, para construir o Sol, os planetas e todos os astros que no céu moram. Contudo, não podiam estar mais enganados!

Componente da Área de Conteúdo de Conhecimento do mundo:
  • Abordagem às Ciências

Sessão imersiva

Somos feitos de sol

Nesta sessão fatos e botas espaciais, capacetes de astronauta e garrafa de oxigénio são essenciais. Tal acontece, obviamente, numa história de encantar, onde tudo é possível, usando a imaginação das crianças. A história começa por “era uma vez…”, mas o final estará nas mãos do(a) Educador(a) que acompanha os seus pequenos “astronautas de faz de conta”.
Após, com o auxílio do telescópio, iremos observar o Sol e, assim, constatar a sua verdadeira cor. A finalizar e literalmente em cima do Sistema Solar, daremos liberdade à nossa expressão artística.

Domínio da Área de Conteúdo de Expressão e Comunicação:
  • Educação artística
Componente da Área de Conteúdo de Conhecimento do mundo:
  • Abordagem às Ciências

Sessão imersiva + Laboratório

Conteúdo retirado e adaptado de planetario.up.pt/

Autorizado por planetario.up.pt/

Portugal dos Pequenitos 00

Portugal dos Pequenitos

Portugal dos Pequenitos

Visitas Guiadas

As cores e as formas de Portugal e de outros países

Que cores, texturas e formas podemos encontrar nas casas, torres, castelos, palácios e em outras construções do Portugal dos Pequenitos? Durante uma visita guiada podemos descobrir que as paredes, os pavimentos e outros tipos de superfícies podem mostrar um mundo onde tudo é verdadeiro e tem histórias para contar.

Descobre o teu país no Portugal dos Pequenitos

Aprender a utilizar os 5 sentidos (visão, audição, tato, olfato e paladar) é o nosso desafio para descobrires alguns aspetos da Cultura de Portugal. Nesta visita, vamos tirar partido dos nossos sentidos para explorar diversos temas, nomeadamente da história, da arquitetura e da arte, a partir do património do Portugal dos Pequenitos

A história e a arquitetura do teu país

A visita guiada terá como tema principal o Património Arquitetónico do Portugal dos Pequenitos. Serão abordados diversos temas da história, da arquitetura e da arte de Portugal.

A história do Portugal dos Pequenitos

Nesta visita serão apresentados os objetivos subjacentes ao projeto do parque, como também as várias fases de construção do mesmo, incluindo diversos pormenores do património arquitetónico, paisagístico e etnográfico que
foram pensados em conjunto para caracterizar diversos ambientes geográficos de Portugal continental e insular e de outros territórios de diferentes partes do mundo.

Oficinas

Cerâmica no Portugal dos Pequenitos

Esta oficina vai despertar a curiosidade das crianças sobre as artes e ofícios tradicionais de Portugal, em particular da olaria. A partir da observação de objetos de cerâmica antigos, vamos explorar a criatividade das crianças desenvolvendo a técnica do rolinho para trabalhar o barro, designadamente, na produção de figurado com cenas de diferentes profissões do quotidiano rural.

Stop-motion: histórias passo a passo

Criação de um pequeno vídeo através da técnica de stop-motion. Os participantes são convidados a elaborar uma pequena narrativa em torno do Portugal dos Pequenitos (com a criação de uma personagem). Posteriormente, a história é “animada” a partir de ilustrações produzidas pelo participante

Casa Estranha 

A artista Joana Vasconcelos criou a peça “Chá das cinco” a partir de um bule de chá gigante. A partir de peças de máquinas um pouco estranhas, vamos transformá-las em edifícios e construir uma nova maqueta do Portugal dos Pequenitos.

Poetas e escritores no Portugal dos Pequenitos

As paredes do Portugal dos Pequenitos estão cobertas de textos de poetas e escritores portugueses. Vem descobrir quem são os autores destes textos e, a partir dos mesmos, escrever outros da tua autoria.

Eu não sou do meu tamanho, mas do tamanho daquilo
que vejo!

De repente, o mundo encolheu e, num instante, Portugal ficou mindinho! Tu, pequenito, consegues ir a todo o lado
sozinho. Mas… quando entrares no teatro, vais ver o teu tamanho aumentaaaaar!!! Que tamanho terás quando saíres do Portugal dos Pequenitos?

Pinturas com história

Antigamente as paredes das casas eram pintadas com tintas de cal e as carpintarias e serralharias com tintas de óleo. As tintas de diferentes cores que eram utilizadas para pintar os edifícios resultavam da adição e respetiva mistura de pigmentos com diferentes aglutinantes. Queres vir descobrir diferentes tipos de tinta no Portugal dos Pequenitos?
Sabes qual é a proveniência dos pigmentos? O que são aglutinantes?
Nesta oficina, vamos ajudar-te a descobrir estas respostas e ensinar-te a fazer tintas de diferentes cores, recorrendo a técnicas tradicionais, para que possas definir uma paleta de cores para colorir alguns desenhos por ti realizados ou outro tipo de objetos.

Gigantes visitam o Portugal dos Pequenitos

Quem é o povo pequenino que habita as casinhas deste Portugal? Que tamanho tem a sua mobília e os seus objetos? Se um dia forem visitados por uma família de gigantes, de que forma poderão os pequeninos receber os grandes nas suas casas? Que adaptações terão de fazer? Como se poderá estabelecer a comunicação? Através do desenho e da pintura, usando jogos de escalas, vamos criar cenários em que a diversidade de formas e tamanhos será condição necessária para que todos possam estar e conviver com alegria.

Monumentos com estórias

A partir da observação dos monumentos existentes no Portugal dos Pequeninos, dos materiais, formas, cores e imagens que lhes dão corpo, vamos descobrir as estórias  recriá-las  em esculturas, ilustrações e/ou azulejo.

Histórias lineares

Há uma história que ninguém conhece. Mas é uma história enorme vinda de todos os lados de Portugal. Ela tem códigos, tesouros, mapas e personagens que nunca ninguém viu. Vamos criar um quadro gigante, com recurso a diversas técnicas e materiais.

Caderno de viagens dos pequenitos

Visitar o Portugal dos Pequenitos é como fazer uma pequena viagem imaginária a Portugal. Cada um vai construir um caderno de viagens também ele cheio de lugares e sonhos para mais tarde recordar.

Fora de escala. À minha escala

Pé, passo, palmo, polegar… A partir das medidas do corpo humano vamos descobrir quanto medem as diferentes casas do Portugal dos Pequenitos. Estica a linha, mede o braço e descobriremos que tudo está relacionado.

A Casa

Ao caminharmos pelo Portugal do Pequenitos, calmamente e livremente, a certa altura — se estivermos com muita atenção — vemos uma sombra de uma casa. Mas não se consegue perceber a que casa pertence. Será que falta
ali alguma casa? De que tamanho será? E que forma terá? Construções a partir de sombras de objetos de interior e exterior

Imagerie Ciano: Portugal dos Pequenitos em azul!

Fazer fotografia sem máquina fotográfica? Sim, é possível! Nesta oficina pretende-se dar a conhecer às crianças um método de criação de imagens sem a utilização de câmara. Uma forma mais plástica e alternativa de “fotografar” em tom azul. Este processo alternativo da fotografia foi inventado no séc. XIX como técnica de impressão de imagens, obtendo-se estas por contacto direto (fotograma).

SOAPY: do óleo ao sabão

A oficina tem uma forte componente de consciencialização ambiental com o intuito de contribuir para o desenvolvimento sustentável através dos 3R (reduzir, reutilizar e reciclar). Na parte prática, os participantes têm a possibilidade de transformar um desperdício perigoso para o ambiente (óleo alimentar usado) em sabão líquido perfumado

A casa ecológica és tu

Esta oficina apresenta uma visão diferente da casa do futuro. Nesta visão, cada um de nós é uma casa ecológica. Além de apelar à responsabilidade ambiental de cada um, esta oficina explora várias formas de ser uma casa ecológica — uma casa sustentável em que reduzimos, reutilizamos e reciclamos. E em que, como em qualquer outra casa, são feitas experiências. Nesta oficina, é feita a experiência de transformação do óleo alimentar usado (um desperdício perigoso
para o ambiente) em sabão líquido, uma prática simples que podemos implementar nas nossas casas ecológicas.

Narrativas de Teatro

Aqui, os mais prodigiosos atores do reino teatralizarão uma história vivida por personagens reais, protagonizando amores interesseiros e algumas missões impossíveis que decidirão o futuro do país. Nunca foste o D. Dinis, nem o Marquês de Pombal? Que tal ser D. Afonso Henriques, D. Pedro, Dona Inês? Dona Filipa de Lencastre, talvez. Vou ser
um vassalo, a aia, um jogral, um cavaleiro, o guarda real. Sou Camões e D. João I. E se formos o Infante D. Henrique, a Rainha Santa Isabel, Dona Catarina de Bragança, uma duquesa intriguista, um visconde desarmado, o ferreiro desajeitado, um castelhano desvairado e a padeira que lhe fez frente? Vamos a isso!?

Mapeamento cromático

Mapeamento cromático é uma oficina que conjuga os diferentes sentidos e se materializa em desafios de exploração
cromática e das potencialidades da associação de lã, água e sabão, através da técnica de feltragem manual. Vamos
observar a palete de cores das edificações e transpor para a lã as nossas descobertas, criando pedaços de tecido para formar um painel cromático coletivo representativo das “temperaturas do parque”.

Oficina

Oficina-Visita

Oficina para Bebés

Oficinas à Medida

Pode ainda comprar bilhetes conjuntos com o exploratório de coimba desde 8€/pax

Quinta da Regaleira

Quinta da Regaleira

Quinta da Regaleira

A Quinta da Regaleira constitui um dos mais surpreendentes monumentos da Serra de Sintra. Situada no termo do centro histórico da Vila, foi construída entre 1904 e 1910, no derradeiro período da monarquia.

Pontos de interesse

Bosque

O bosque da Quinta da Regaleira ocupa a maior parte da quinta, tornando-se mais selvagem à medida que se vai subindo até ao topo. 

Patamar dos Deuses

O Patamar dos Deuses é constituído por 9 estátuas dos deuses greco-romanos.

Poço iniciático

Sustentado por colunas esculpidas, o poço iniciático é uma galerial com uma escadaria espiral constituída por 15 patamares que desce até ao fundo do poço  Ao poço estão ligados vários túneis que conduxem a outro spontos da quinta, a Entrada dos Guardiões, o Lago da Cascata e o Poço Imperfeito.

Capela da Santíssima Trindade

A capela é revestida por uma fachada que acenta no revivalismo gótico e manuelismo.

A Torre da Regaleira

Foi construída com o objetivo de dar a sensação às pessoas que estão no eixo do mundo.

O Palácio

O palácio é o edíficio principal da Quinta da Regaleira e é marcado pela presença de uma torre octogonal. 

Preços:

Visita liivre (máx 5pax) – 5€/aluno

Visita guiada (máx 5pax) – 7€/aluno

Oferta de 1 acompanhante por cada 10 participantes

Conteúdo retirado e adaptado de http://www.regaleira.pt/pt/

Autorizado por http://www.regaleira.pt/pt/

Torre dos Clérigos

Torre dos Clérigos

Torre dos Clérigos

A Torre, Museu e Igreja dos Clérigos são uma referência pelo seu património histórico e artístico. Para dar a conhecer a sua história e sensibilizar para a preservação do património, foram organizadas visitas orientadas para os níveis de ensino desde o 1.º ciclo até ao secundário.

Visitas Orientadas

Torre, Museu e Igreja dos Clérigos – um património a descobrir

O conjunto arquitetónico Clérigos, Monumento Nacional desde 1910, foi construido no século XVIII e marcou a configuração urbana da cidade. Localizado numa rua desnivelada, foi genialmente aproveitada por Nicolau Nasoni, que conseguiu criar um edifício de referência histórica e arquitetónica. Nesta visita ficará a conhecer a história do edifício dos Clérigos, da irmandade responsável pela sua construção e do arquiteto Nicolau Nasoni.

Clérigos dos pequeninos!

Monumento nacional desde 1910, os Clérigos são uma referência incontornável e identitária do país. Nesta visita, os alunos vão conhecer um importante património construído no século XVIII – a igreja, o museu e a torre dos Clérigos –  bem como o trabalho do arquiteto Nicolau Nasoni, o responsável pelo projeto.

O barroco dos Clérigos

Propõe-se uma visita guiada pela história do monumento, uma construção do século XVIII de características barrocas. A visita começa no interior do edifício em torno da arte barroca existente nos diferentes espaços, e terminará no exterior. Aqui os alunos terão oportunidade de observar a expressão máxima do barroco de Nicolau Nasoni: a fachada da igreja e a torre.

Preço

Visita livre à Torre e ao Museu dos Clérigos – 3€/aluno

Visita livre à Torre e visita guiada ao Museu dos Clérigos – 4.50€/aluno

Conteúdo retirado e adaptado de http://www.torredosclerigos.pt/pt/

Autorizado por http://www.torredosclerigos.pt/pt/

Gruta do Carvão01

Gruta do Carvão

Gruta do Carvão

A Gruta

Localizada na zona poente da cidade de Ponta Delgada, a Gruta do Carvão, possui uma extensão actual de 1912 metros repartida por 3 troços, um a Norte (Troço Paím) com uma extensão de 880,2 metros, um intermédio (Troço dos Secadores de Tabaco, Rua de Lisboa),com um comprimento de 701,8 metros e um a Sul (Troço João do Rego) com 300 metros. Contudo documentos antigos e observações de campo indiciam uma dimensão muito superior à actualmente conhecida, podendo ter atingido dimensões na ordem dos 5 km de comprimento, desde o litoral até às proximidades da Serra Gorda, nos Arrifes.

As visitas para o público em geral são efetuadas num percurso de cerca de 200 metros e realizadas com o acompanhamento de um guia,

Preços:

Escolas Regionais – Gratuito

Escolas Continente/Madeira:

  • Ensino Básico e Preparatório – Gratuito
  • Ensino Secundário e Profissional – 1.50€
  • Ensino Universitário  – 2.00€
  • Escolas Estrangeiras – 3€ mediante apresentação de cartão de estudante
Museu do Quartzo 00

Museu do Quartzo

Museu do Quartzo

O Museu

O Monte de Santa Luzia foi, durante 25 anos, (1961 a 1986) palco, de extração de quartzo pela “Companhia Portuguesa de Fornos Elétricos” de Canas de Senhorim. Como resultado, restou uma grande cratera, uma autêntica “janela para o interior da terra”, tendo sido recentemente aproveitada para a construção deste Museu. Único no mundo, é um centro interativo de exploração do património geológico e natural da região. Com uma forte vertente pedagógica e visitas adaptadas a várias faixas etárias, este é um espaço privilegiado para visitas escolares no âmbito da aprendizagem da geologia, do património natural e da sua proteção e preservação. Paralelamente à exposição permanente, o Museu do Quartzo apresenta exposições temporárias dedicadas às temáticas da mineralogia.

Regras COVID-19

  1. Cada visitante deverá respeitar estritamente todas as normas e procedimentos de frequência do museu, observando as indicações do staff.
  2. O visitante deve ser portador da sua máscara individual, bem colocada, desde o momento da entrada até à saída.
  3. Todos os visitantes devem higienizar as suas mãos à entrada e saída.
  4. De modo a reduzir o risco de contágio, é suspensa – sendo proibida – a utilização de equipamentos de interação com o visitante.

Conteúdo retirado e adaptado  de https://visitviseu.pt/

Autorizado por https://visitviseu.pt/