Museu do Traje

Visitar Viana – Museu do Traje

Museu do Traje de Viana do Castelo

Localização

O Museu do Traje de Viana do Castelo Localiza-se na Praça da República, bem no centro histórico da cidade de Viana do Castelo. O edifício construído em 1958, funcionou como sede do banco de Portugal até ao ano de 1996. Após o encerramento, a Câmara Municipal adquiriu o edifício com o objetivo de o transformar num museu: O Museu do Traje de Viana.

História do Museu

Após a sua aquisição pela Câmara de Viana, foi em 2002 que a mesma iniciou o processo de agregação à rede portuguesa de Museus, o que veio a acontecer em 2004. Nesse ano é feita a primeira exposição permanente: “A Lã e o Linho no traje do Alto Minho”, seguindo-se muitas outras.

Missão

O Museu do Traje tem como missão a preservação e divulgação da identidade cultural e etnográfica do traje Vianense.

 Serviços Educativos

O Museu apresente um amplo leque de ofertas ás escolas com programas diversificados que vão do jardim de infância, ao 3º ciclo do ensino básico.

1- Ouro – do tradicional ao contemporâneo.

Os trajes de Viana são caracterizados pela riqueza das suas voltas em ouro e filigrana. Orientado para alunos do jardim de infância e 1º Ciclo do ensino básico, esta visita de aproximadamente 90 minutos propõe a criação de peças em “ouro” recorrendo á ornamentação com fios.

2- Riscos e desenhos – forma de comunicar

Destinado aos alunos do 1º e 2º ciclo, também com a duração de 90 minutos, esta visita tem como objetivo compreenderas simbologias dos desenhos, recorrendo á transferência do desenho para o tecido por papel químico, ou papel vegetal.

3- Os trajes e as tradições de Maria Emília Vasconcelos

Do 1º ao 3º ciclo, permite o estudo do traje à vianesa e o contributo desta ilustre vianense. Este programa tem também a duração aproximada de 91 minutos.

Visitar Lisboa - Oceanário

Visitar Lisboa – Oceanário

Oceanário

Como começou

Se a visita é a Lisboa, a nossa capital, não pode faltar uma visita ao segundo maior aquário da Europa.  Criado por altura da Expo98, este foi batizado de ” Pavilhão Oceano”. Foi garantidamente, um dos mais visitados nessa exposição internacional. O Oceanário continua a ser um dos principais polos de atração turística de Lisboa, não só pela dimensão, como também pela diversidade de espécies.

Características

O Oceanário impressiona pelos números. São cerca de 7,5 milhões de litros de água divididos por dezenas de aquários onde habitam cerca de 10 mil seres vivos de 500 espécies diferentes. A principal atração é naturalmente o aquário central. com cerca de 5 milhões de litro de água, que representa o conjunto dos oceanos do nosso planeta. O Aquário ocupa dois pisos do edifício encontrando-se no piso inferior nos aquários paralelos as espécies de maior profundidade e no piso superior as espécies superfície. À superfície, no piso superior é possível descontrair num ambiente tranquilo onde a botânica e as lontras fazem as delícias dos mais pequenos.

Pedagogia

Uma das principais preocupações do Oceanário de Lisboa é o ensino e as crianças em idade escolar. São muitas as escolas que escolhem o oceanário para fazerem a sua visita de estudo.  É por isso que o Oceanário tem programas específicos para as escolas, uma vez que a educação ambiental e o respeito pelo mar, pelas espécies que nele habitam, são uma das preocupações do Oceanário.

Mascote

O Oceanário de Lisboa tem uma mascote que todas as crianças adoram. É o “Vasco”. O “Vasco” é uma referência óbvia ao navegador Português Vasco da Gama que iniciou a rota marítima para a Índia.

É por estes motivos que o Oceanário de Lisboa é um ponto de referência e apoio ao estudo para todos os níveis de ensino. Promove também férias no seu espaço, assim como outras atividades direcionadas a todas as crianças.

Complemente a sua visita:

1) Zoológico de Lisboa

Visitar Viana- Navio Hospital

Visitar Viana – Navio Hospital

Navio Hospital Gil Eannes​

História do Navio Hospital

O Navio Hospital da Fundação Gil Eannes é um dos espaços de visita mais emblemáticos e ricos do norte do país. Como iremos ver, a história do Navio Hospital Gil Eannes divide-se em dois momentos distintos.

Primeiro Navio

Houve um primeiro navio de origem alemã que foi adaptado a navio hospital em estaleiros dos Países Baixos. Serviu diversos propósitos ao serviço da nação como o transporte de pessoas e mercadorias, nomeadamente transporte de presos e apoio à nossa frota bacalhoeira. Era muito importante o apoio que uma embarcação desta natureza podia prestar às embarcações de pesca dos nossos pescadores que passavam meses em alto mar na pesca do bacalhau. Assim, viviam largos meses  sem produtos fresco e em condições miseráveis, o que levava a problemas de escorbuto, gastrites e outros. Este primeiro navio pertenceu à marinha portuguese desde 1916, e em 1942 foi desarmado e entregue à Sociedade Nacional dos Armadores do Bacalhau.

Segundo Navio

Em 1955, foi construído nos Estaleiros navais de Viana do Castelo o segundo Navio Hospital Gil Eannes, dotado de infraestruturas para apoio à frota pesqueira Portuguesa, com salas de enfermagem e salas apetrechadas com equipamento para microcirurgias e câmara frigorífica. Assim,  já era possível o transporte de alimentos frescos. O navio possuía também um capelão e a sua missão passou muito além de Navio Hospital, servindo de rebocador e quebra gelo, além de dar apoio aos navios de pesca do bacalhau. Foi sua missão transportar e tratar pescadores, fazer serviço de comunicação, transportando correio e telegramas. Distribuiu  apetrechos necessários, como isco de pesca e combustível.

Última viagem

Em 1973 faz a sua última viagem sendo depois vendido para sucata. Dada a sua importância constituiu-se uma Comissão Pró Gil Eannes, que o resgatou e restaurou, devolvendo-lhe a dignidade e transformando-o num navio museu que pode ser visitado pelos alunos e professores. A Comissão foi depois transformada na atual fundação Gil Eannes que organiza as visitas a bordo do Navio Museu Gil Eannes.

Atividades Educativas

Atividade Pré-Escolar

Esta atividade consiste numa visita guiada a alguns espaços do Navio, permitindo o conhecimento das suas partes principais, bem como da importância histórica que o Gil Eannes desempenhou.

Espaços a visitar:
– Casa de Navegação
– Casa do Leme
– Camarotes dos Oficiais
– Cozinha
– Padaria
– Parte superior da casa das máquinas
– Sala de tratamentos
– Consultório médico
– Convés exterior
– Capela

Visitas guiadas

Esta atividade inicia com uma breve introdução histórica sobre o Navio Gil Eannes e, em seguida, através da visita guiada os alunos podem “navegar” pelos diversos espaços, como: casa do leme, camarotes, cozinha, casa das máquinas, convés exterior, capela e entre outros. E também visitam a zona hospitalar, que representa a principal função desempenhada, onde podem conhecer o consultório médico, a sala de tratamentos, o gabinete de radiologia, as enfermarias e o bloco operatório, bem como as diferentes exposições patentes a bordo.

Atividade Opcional
Visualização de Documentário

Esta atividade realiza-se na Sala José Hermano Saraiva, e convida os participantes a conhecer de forma mais profunda as histórias, as vivências e as memórias da pesca do bacalhau à linha e a importância que o Gil Eannes desempenhou, através da visualização de um dos documentários selecionados a seguir:

Documentário 1 (52min)
“Gil Eannes”
Relata a história do Navio como hospital no apoio à frota bacalhoeira nos mares da Terra Nova, através de testemunhos
de comandantes, médicos e tripulantes. Realizador: Francisco Manso – 2005.

Documentário 2 (30min)
“É melhor tarde do que nunca”

Relata as últimas atividades do navio e sensibiliza para o resgate do Gil Eannes ao sucateiro. De José Hermano Saraiva, Programa da RTP2.

Documentário 3 (66min)
“Nos Mares da Memória – estórias de uma faina maior”

Retrata a história da pesca do bacalhau protagonizada por portugueses, bascos, espanhóis, franceses e ingleses ao longo de cinco séculos de história.

Documentário 4 (25min)
“São Ruy 1952”

Este filme leva à uma visita ao passado que permanece presente na memória de todos os que passaram uma vida por paragens e mares longínquos, e também do navio bacalhoeiro São Ruy, que retrata o início da viagem em Viana do Castelo, até ao seu regresso a este porto, em que estão representados todos os pormenores da faina da pesca do bacalhau à linha.

Deve estar sempre associada a outra atividade, ou programa.

Programas Educativos

A) Visita guiada com atividade no Centro de Mar

Este programa consiste numa visita guiada a alguns espaços do Navio Museu (ver Atividade Pré-Escolar) e também, numa visita ao Centro de Mar onde os alunos têm a oportunidade de realizar uma das atividades selecionadas a seguir:

A Aventura do Delfim
Esta atividade permite conhecer a diversidade biológica na orla costeira e a problemática dos resíduos no mar. O CMIA
adaptou a versão original da história “A aventura do Delfim”, da autoria de Mafalda Moniz, a um teatro de fantoches. No final da história, os alunos constroem animais marinhos através da
reutilização de materiais. 

Pescadores de Palmo e Meio
Esta atividade lúdica é um complemento da exposição “Um Mar de Tradições” e pretende incutir nos participantes um maior conhecimento sobre as atividades agro marítimas, atividades piscatórias, trajes de mar e devoções religiosas de
Viana do Castelo, ao mesmo tempo que tenta recriar e simular uma situação de pesca real.

Onde está o Bacalhau Colorau?
Nesta viagem imaginária, os alunos vão acompanhar as aventuras do bacalhau Colorau através de uma animada peça teatral. A história aborda temas como a pesca, a biodiversidade e a educação ambiental, de forma a sensibilizar para o impacto da poluição nos habitats marinhos e para as espécies que neles habitam.

Inclui 1 esferográfica do Navio Gil Eannes para cada aluno

Disponível de terça a sexta-feira

B) Visita guiada ao Navio com atividade no Centro de Mar

Este programa consiste na visita guiada aos diferentes espaços do Gil Eannes (ver Atividade 1) e também, numa visita ao
Centro de Mar onde os alunos têm a oportunidade de realizar uma das atividades selecionadas a seguir.

Embarcações de Papel
Atividade que convida, através da utilização de técnicas de origami, à construção de pequenas embarcações em papel reciclado e, posteriormente, à decoração das mesmas com elementos provenientes das praias do concelho de Viana do Castelo.

Oficina do Mar
Esta é uma atividade de expressão plástica em que as crianças podem dar asas à imaginação. O objetivo é recriar espécies do mar e outros elementos marinhos através de decoração com diversos materiais.

Come o Peixe Certo
Atividade que permite conhecer as principais espécies de peixes pescadas na costa portuguesa e vendidas nas lotas. Pretende-se também que os participantes aprendam a identificar as diversas espécies, o seu habitat e o tamanho mínimo de captura para comercialização.

Inclui 1 esferográfica do Navio Gil Eannes para cada aluno

Disponível de terça a sexta-feira

C) Visita guiada ao Navio com atividade no Centro de Mar “Filho de Peixe Sabe Nadar”

Este programa consiste na visita guiada aos diferentes espaços do Gil Eannes (ver Atividade 1) e também numa visita ao Centro de Mar, onde os alunos terão a oportunidade de realizar a atividade “Filho de Peixe Sabe Nadar”. Nesta atividade, o público é convidado a conhecer a história e o património marítimo de Viana do Castelo, através de uma sessão temática que pretende retratar os diversos usos, costumes e crenças que o povo construiu e passou de geração em geração ao longo da faixa litoral vianense e zonas ribeirinhas.

Inclui 1 esferográfica do Navio Gil Eannes para cada aluno

Disponível de terça a sexta-feira

D) Visita guiada ao Navio com atividade no Centro de Mar “Maré dos Saberes”

Neste programa os participantes vão conhecer o Navio Museu, através da visita guiada (ver Atividade 1) e em seguida no Centro de Mar, após uma visita guiada, com a atividade “Maré dos Saberes” os alunos terão oportunidade de consolidar conhecimentos através de um peddypaper orientado, em que poderão explorar o conteúdo das exposições e responder questões em equipa.

Inclui 1 esferográfica do Navio Gil Eannes para cada aluno

Disponível de terça a sexta-feira

E) Visita guiada ao Navio com atividade no Centro de Mar “Na ‘pele’ de um caranguejo”

Este programa inicia com uma visita guiada aos espaços do Gil Eannes (ver Atividade 1) e em seguida, o grupo dirige-se ao Centro de Mar, onde os alunos têm a oportunidade de realizar a atividade “Na ‘pele’ de um caranguejo”. Atividade que permite ao aluno conhecer a diversidade biológica e as relações entre os fatores bióticos e abióticos do ecossistema de uma praia rochosa, assim como conhecer a importância do litoral, as suas ameaças e necessidades de preservação. Os alunos, através de um jogo didático, serão desafiados a “vestir a pele” de um caranguejo e lutar pela sua sobrevivência numa praia rochosa.

Inclui 1 esferográfica do Navio Gil Eannes para cada aluno

Disponível de terça a sexta-feira

F) Visita guiada ao Navio Museu com passeio de barco pelo rio Lima

Este programa inicia-se com a visita guiada aos espaços museológicos do Navio, depois os alunos dirigem-se à Praça da Liberdade, onde está situado o pontão de acostagem da embarcação, para a realização do passeio de barco pelo rio  Lima, que terá como percurso o Porto Comercial de Viana do Castelo, os Estaleiros Navais, o Porto de Pesca e a Antiga Doca Comercial.

Inclui 1 esferográfica do Navio Gil Eannes para cada aluno

G) Visita guiada ao Navio com passeio de barco e atividade no Centro de Mar

Neste programa os participantes terão a oportunidade de conhecer o Gil Eannes através da visita guiada, depois realizar um passeio de barco pelo rio Lima e também, desenvolver uma atividade prática no Centro de Mar. Para a realização desta última atividade terá que selecionar uma das atividades apresentadas no Programa B, C, D ou E, destinada ao  público/faixa etária indicado.

Inclui 1 esferográfica do Navio Gil Eannes para cada aluno

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Visitar Aveiro – Workshop Ovos Moles

Ovos Moles

Workshop de Ovos moles

Os ovos moles de Aveiro são um doce centenário e tradicional da pastelaria aveirense, sendo possível fazer um Workshop ovos moles na vossa visita á cidade. A sua origem proveio do séc. XVI e foi feito pela primeira vez no Convento de Jesus de Aveiro.

Naquele tempo, as freiras usavam as claras do ovo para engomar a roupa, enquanto que relativamente às gemas não sabiam dar-lhes uso. Até que houve um dia que se lembraram de juntar açúcar às gemas, dando assim origem a um delicioso doce de ovos.

Depois da extinção dos conventos, a confeção do doce manteve-se, graças à empregada da última freira que habitou no convento, que transmitiu a receita geração após geração, até aos nossos dias.

Apresentação e comercialização

Os ovos moles são apresentados em barricas de madeira pintadas com barcos moliceiros ou com outros motivos ligados à Ria de Aveiro. Também podem ser envolvidos em hóstia com variadas formas de diversos elementos marinhos, como peixes, búzios, conchas e ameijoas, onde posteriormente poderão ser passados por uma calda de açúcar para os tornar opacos e dar mais consistência.

Receita

A receita é relativamente simples, havendo certamente segredos que diferenciam os tradicionais doces regionais.

Ingredientes:

  • 8 gemas
  • 150 gr de açúcar
  • 150 ml de água

Preparação:

  • Coloque a água juntamente com o açúcar num tacho e deixe cozinhar até atingir o ponto pérola. De seguida, junte as gemas, sem qualquer vestígio de claras, ao açúcar e mexa sempre. Quando a mistura começar a ficar espessa retire do lume.
  • De seguida, pode colocar os ovos moles em formas de hóstia pré-feitas. Preenchendo cada metade da forma e depois usando clara de ovo para unir as duas metades. Feito isto, é so recortar as formas.

Se pensar ir a Aveiro, não deixe de fazer um Workshop de Ovos Moles onde poderá aprender em primeira mão a confeção deste doce.

Este workshop pode ser feito individualmente ou complementado com outras atividades tradicionais como o Workshop da Roda de Oleiro, o Passeio de Moliceiro e a Visita às Salinas.

Deixamos aqui o formulário onde poderá fazer a sua reserva.

Visitar Aveiro - Centro Cerâmico

Visitar Aveiro – Centro Cerâmico

Centro Cerâmico de Aveiro​

O Centro cerâmico de Aveiro, está localizado em Aradas e é um dos polos nacionais mais emblemáticos do amor à cerâmica. Os alicerces são fruto da dedicação e paixão de duas pessoas fantásticas: 

António Valente da Silva

conhecido por António Egídio desde sempre ligado ao fabrico  e decoração de porcelana, iniciou-se na Vista Alegre e transitou depois para a fábrica de porcelanas Artibus e 

Adelino Ferreira Laranjeira

o Mestre Oleiro de Aradas, querido por todos e que deu alma a este projeto. Começando a amassar em menino, com os pés, esta matéria tão humilde que é o barro, para depois o transformar na Roda e o cozer no seu forno a lenha tradicional. 

Se pensar em visitar Aveiro, não se esqueça que Aveiro é conhecido pela Ria, pelos ovos moles, produção de Sal, os tradicionais Moliceiros, mas também pela cerâmica.

A Funceramics possibilita, entre outras atividades, o contacto com a Roda de oleiro tradicional onde é possível observar todo o processo desde amassar o barro á mão, centrar o barro da roda, humedecer com água o barro para que depois seja possível levantá-lo comprimindo para isso as mãos enquanto o pé vai tocando a roda para que ela me movimente. Não menos importante é a maneira como se tira a peça da roda. No final todos são convidados a passarem as mãos na argila para contactarem de perto com esta rocha á medida que as explicações vão sendo dadas.

A visita pode ser feita individualmente, ou complementada com outras atividades, uma vez que o Centro Cerâmico de Aveiro tem um espaço dedicado ás Geociências. Aqui é possível produzir as próprias peças recorrendo a moldes e barro líquido, explicação sobre a cristalização, podendo os alunos produzir os seus próprios cristais.

Deixamos aqui os pack disponíveis para visitas de Estudo, podendo também ser feitas por particulares , sejam crianças ou adultos.

Deixamos aqui o formulário onde poderá fazer a sua reserva.