Lugar dos Afetos_OFICIAL_01

Lugar dos Afetos

Lugar dos Afetos

O Lugar dos Afetos®, criado por Graça Gonçalves, com base nos seus livros e jogos de afetos, abriu ao público em 2006. Através de visitas guiadas e atividades dirigidas, o parque temático oferece aos visitantes uma experiência única ao nível dos sentimentos e dos afetos. O Lugar dos Afetos®, enquanto parque temático, pretende ser um local de promoção de bem-estar, que propicie a expressão e a comunicação dos afetos pelos seus visitantes, desenvolvendo assim a formação humana centrada na área da Educação pelos (e para) os afetos. Este espaço educativo não formal pretende ainda fomentar uma vida emocional saudável, de forma educativa e lúdica, para pessoas de todas as idades. O espaço, localizado em Eixo – Aveiro, tem uma área total de 4.000 m2 entre áreas cobertas e descobertas. 

Visita guiada – “Pelo Caminho dos Afetos”

Visitas guiadas pelo parque temático que passam pela descrição dos vários elementos simbólicos dos edifícios, dos jardins e, principalmente, pelo desenvolvimento de dinâmicas (individuais ou em grupo) com os visitantes na área das competências emocionais (pessoais) e sociais com base na obra literária e lúdica da fundadora do Lugar dos Afetos®, Graça Gonçalves. Esta visita guiada pode levar cada um,  independentemente do país de origem, a partilhar a única linguagem que é verdadeiramente universal a Linguagem dos Afetos e, assim, “descobrir, emoção a emoção, um caminho, nem que seja um pequeno carreirinho, para chegar ao coração de si próprio e dos outros”.

Atividades – “Parque de Emoções”

Dinamização de Jogos de Afetos, em grande formato, e de dinâmicas de grupo, recorrendo a salas específicas criadas para o efeito em alguns dos edifícios do parque ou em espaço livre nos jardins. Para a realização de Jogos de Afetos desenvolve-se uma adequação às faixas etárias e objetivos definidos para cada atividade. 

Preçário

Horários

Semana: 10:00 – 11:30; 11:30 – 13:00; 14:30 – 16:00; 16:00 – 17:30

Sábados: 14:30 – 16:00; 16:00 – 17:30

Museu do Brinquedo de Seia 04

Museu do Brinquedo

Museu do Brinquedo

O Museu do Brinquedo está aberto ao público desde Fevereiro de 2002. Para além da sala que está reservada a exposições temporárias o espaço está dividido em vários núcleos:

  1. Conhecer o mundo a brincar;
  2. Memórias de infância;
  3. Brincar é sonhar;
  4. Portugal décadas de brincadeiras.

O Museu do Brinquedo de Seia tem uma coleção de cerca de 8000 brinquedos de várias épocas e regiões do mundo. Estes brinquedos lembram a infância e o crescimento como indíviduos e sociedade. Para além de brinquedos, o museu tem também uma vasta coleção de fotografias antigas e modernas que representam atividades lúdicas assim como outras peças associadas à infância e juventude, como objetos religiosos, objetos da escola, trajes e livros.

Conteúdo retirado e adaptado de cm-seia.pt

Autorizado por cm-seia.pt

Imagens Museu do Calçado (11)

Museu do Calçado

Museu do Calçado

Anualmente, o Museu do Calçado desenvolve um programa de atividades pedagógicas composto por visitas orientadas temáticas, animadas e encenadas, oficinas pedagógicas e masterclasses, tendo em conta a diversidade e necessidades dos públicos que acolhe.

Do ofício de sapateiro aos sapatos de arte

Nesta visita apresenta-se a história da produção do calçado, desde a oficina até às grandes fábricas, a evolução do sapato ao longo do tempo e a realidade de design do calçado na nossa contemporaneidade.

Dividido em cinco áreas fundamentais, o Museu apresenta uma área expositiva dedicada ao fabrico tradicional e outra inteiramente dedicada à produção industrial. Num terceiro momento, o visitante será levado a viajar no túnel do tempo, ficando a conhecer a evolução do calçado desde a pré-história até ao final do século XX. Na quarta área expositiva, apresentam-se sapatos produzidos pelos principais designers de todo o mundo e muitas histórias de sapatos notáveis. Finalmente, a última área, é dedicada à produção artística contemporânea, apresentando-se diversas obras de artistas nacionais e internacionais que tiveram como inspiração o sapato.

O ofício do sapateiro

O processo de fabrico do calçado teve uma grande transformação ao longo do século XX. Esta visita pretende colocar em diálogo o modo de fazer tradicional do ofício de sapateiro e a produção industrial e a sua evolução.

Eu ia para a escola descalço

Um dia, não há muito tempo, um senhor, filho de um antigo tamanqueiro, visitou o Museu do Calçado. Contou-nos que quando chegou à escola, no primeiro dia, era o único que tinha sapatos. Tirou os tamanquitos, guardou-os na sacola e foi para aula descalço, como todos os outros.

Está lançado o mote para uma visita aos espaços do Ofício de Sapateiro e da Produção Industrial. Esta “visita-diálogo” baseia-se na partilha de histórias e experiências relacionadas com o calçado.

O sapato mais famoso do mundo

O Museu do Calçado abre o seu percurso expositivo com o sapato mais famoso do mundo, o da Cinderela. Partindo do conto tradicional e com a ajuda de um guia caracterizado, os mais pequenos vão descobrir o maravilhoso processo de fabrico de um sapato e conhecer muitos sapatos ao longo da história da humanidade.

Esta visita tem como principal objetivo facilitar a compreensão dos conteúdos da exposição permanente do Museu, tornando-a mais acessível a crianças com menos de 5 anos de idade.

Histórias de uma passadeira vermelha

Do Túnel do Tempo à coleção de Sapatos Notáveis há histórias únicas e irrepetíveis. Do salto vermelho criado por Louis XIV ao tacão agulha de Manuela Azevedo, venha conhecer muitos sapatos com histórias para contar.

O que é nacional...

Esta visita concentra-se fundamentalmente na história do calçado e do design em Portugal. Fique a conhecer as técnicas tradicionais de fabrico, as regiões de produção, o calçado dos trajes regionais, a realidade da produção nacional, bem como, os designers portugueses mais consagrados. Aprofunde o seu conhecimento sobre a evolução deste sector que se destaca no panorama nacional.

Dá-me a honra desta dança?

A história da evolução do calçado está intimamente ligada à história da dança. Nesta oficina, os participantes vão ter oportunidade de experimentar diversos passos de dança, característicos de diferentes períodos históricos, como a valsa ou o can-can do século XIX, o charleston dos anos 1920, o rock’n roll dos anos 1950 ou o disco da década de 1980.

Que laçada

Recorrendo a uma cantiga, gestos e outros truques, sentados em roda, os mais pequenos vão aprender a apertar os cordões do sapato.

Asas nos pés

E se pudéssemos voar com uns sapatos alados? E se pudéssemos ter asas nos pés? Que sapatos nos fariam voar?

As dobras de uma sandália

Depois de realizada a visita ao Túnel do Tempo os visitantes ficam a conhecer o primeiro calçado usado pelo Homem. A sandália foi um dos primeiros modelos e variou de uma simples tira sobre o pé até modelos mais complexos. Partindo da técnica de dobras e colagens os visitantes vão criar uma sandália à escala real.

As Sanjo andam por ai...

Sanjo é uma marca de sapatilhas de S. João da Madeira que ficou célebre por todo o país. Por isso, no Museu do Calçado há uma vitrina cheia de belas sapatilhas Sanjo. Depois de verem os diferentes modelos os visitantes irão criar a sua própria Sanjo.

Isto é um sapato?

O núcleo expositivo “Sapatos de Arte” expõe obras de arte cujo tema principal é o calçado. Esta atividade propõe exatamente trabalhar sobre a frágil fronteira que distingue o sapato enquanto objeto do quotidiano e objeto artístico. Tendo por base uma forma de calçado, os visitantes criam o seu próprio “sapato de arte” e decidem onde colocar essa fronteira

o meu primeiro sapato

Recorrendo a técnicas de modelação de calçado utilizadas na indústria, cada visitante é convidado a criar o seu primeiro sapato, tendo em conta as especificidades técnicas das matérias-primas e os diferentes modos de produção.

Conteúdo retirado e adaptado  de museu-do-calcado.pt

Autorizado por museu-do-calcado.pt

Côa Parque

Côa Parque

Côa Parque

Como uma imensa galeria ao ar livre, o Vale do Côa apresenta mais de mil rochas com manifestações rupestres, identificadas em mais de 80 sítios distintos, sendo predominantes as gravuras paleolíticas, executadas há cerca de 25.000 anos.

Visita ao Museu do Côa

Objetivos

  1. Entender a arte rupestre paleolítica como a primeira arte da humanidade
  2. Reconhecer o objeto desta expressão artística
  3. Conhecer os modos de vida das diferentes populações que habitaram e gravaram no Vale do Côa

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Esta visita destina-se ao público escolar dos diversos níveis de ensino. Assim, temas a abordar e a linguagem a utilizar adaptar-se-ão as diferentes necessidades dos públicos escolares. Pretende-se, de uma forma interativa e Iúdica, ligar os conteúdos expostos no Museu com o programa lectivo dos diferentes níveis de ensino.

Visita ao Núcleo de Arte Rupestre da Penascosa

Objetivos

  1. Entender a arte rupestre paleolítica como a primeira arte da humanidade
  2. Reconhecer o objeto desta expressão artística
  3. Conhecer os modos de vida das diferentes populações que habitaram e gravaram no Vale do Côa
  4. Reconhecer as características específicas do Vale do Côa, em termos ambientais
  5. Reconhecer a importância da conservação desta arte única

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A visita é essencial para dar a conhecer a criatividade dos homens e mulheres da Pré-história, através da arte que é também o reflexo do seu modo de vida. Pretende-se assim proporcionar um momento de descoberta do artista e da arte do Côa, como também de descodificação da arte paleolítica.

Arqueologia Experimental

Objetivos

  1. Reconhecer a Arqueologia como ciência
  2. Contactar com o trabalho do arqueólogo
  3. Perceber o papel da arqueologia para a compreensão do passado
  4. Conhecer as técnicas dos habitantes Pré-históricos do Vale
  5. Conhecer o quotidiano do Homem Paleolítico

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Entre 26 000 e 10 500 anos a.C. o homem de Cro-Magnon, nosso antepassado direto, viveu na envolvente do Vale do rio Côa, e em alguns dos seus principais afluentes. Nesta oficina vamos desenvolver algumas modalidades da interpretação do quotidiano por parte desses homens e mulheres: recriar a produção e utilização de armas de caça, produção de fogo e realização de gravuras em suportes móveis de xisto.

À descoberta do Vale do Côa

Objetivos

  1. Aprofundar o conhecimento do património arqueológico e artístico do Vale do Côa
  2. Possibilitar momentos de descontração e divertimento

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Cada jogador representa uma tribo, que se quer instalar no Vale do Côa, por saber que oferece excelentes condições para se viver. Mas todas querem o mesmo local.

Decidem então efetuar um torneio, em que quem ganhar pode ficar com o local pretendido. As regras do torneio são feitas pelos Mais Velhos, que decidem que o vencedor deve ser a tribo que demonstrar mais conhecimentos. As tribos têm assim que responder a diversas questões. Ganha a que responder de forma acertada a uma maior número de perguntas. O jogo desenrola-se num tabuleiro gigante em que os participantes são os peões.

Com Lupa, papel e caneta:
Vamos descobrir Castelo Melhor?

Objetivos

  1. Ocupar o tempo livre entre visitas
  2. Utilizar uma abordagem lúdica para promover aprendizagem
  3. Conhecer o património histórico da aldeia
  4. Promover o contacto com a população local

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Este percurso pedestre, destinado às famílias e às escolas, é efetuado com o auxílio de uma ficha-guia que orienta a descoberta de ruas, de casas e varandas, de pequenos azulejos e outros objetos com história, que estão ainda presentes nas memórias e na vida dos habitantes da pequena aldeia de Castelo Melhor.

Os Pequenos Arqueólogos

Objetivos

  1. Reconhecer a arqueologia como ciência
  2. Conhecer o trabalho desenvolvido pelo Parque e Museu do Côa
  3. Perceber a função da arqueologia na compreensão e reconstrução do passado
  4. Reconhecer a arte rupestre como elo de ligação entre o passado e o presente

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Esta atividade permite uma aproximação ao método de pesquisa e construção do Parque, explorando ali o trabalho de campo normalmente desenvolvido pelos arqueólogos. Criar-se-á um ambiente propício para a descoberta da investigação arqueológica, nomeadamente do trabalho de campo.

Animação no Vale do Côa

Objetivos

  1. Reconhecer a arqueologia como ciência
  2. Conhecer o trabalho desenvolvido pelo Parque e Museu do Côa
  3. Perceber a função da arqueologia na compreensão e reconstrução do passado
  4. Reconhecer a arte rupestre como elo de ligação entre o passado e o presente

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Esta atividade permite uma aproximação ao método de pesquisa e construção do Parque, explorando ali o trabalho de campo normalmente desenvolvido pelos arqueólogos. Criar-se-á um ambiente propício para a descoberta da investigação arqueológica, nomeadamente do trabalho de campo.

O Vale Mágico

Objetivos

  1. Conhecer a Pré-História do Vale do Côa
  2. Contar a história do Vale do Côa através do imaginário Infantil (Marionetas)
  3. Conhecer a vida quotidiana dos Homens que viveram no Vale do Côa

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Uma oficina de teatro de marionetes, uma forma diferente de viajar no tempo, descobrindo e aprendendo a magia das várias eras históricas relevantes no Vale do Côa, através de personagens do imaginário infantil.

Pelo Caule da Memória

Objetivos

  1. Conhecer os modos de vida das diferentes populações que habitaram e gravaram no Vale do Côa
  2. Reconhecer as características específicas do Vale do Côa, em termos ambientais, do Paleolítico aos nossos dias
  3. Reconhecer as espécies vegetais ainda existentes no Côa
  4. Conhecer os usos dados às plantas na vida quotidiana

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O Côa é uma região riquíssima em biodiversidade e, no que diz respeito ao reino das plantas, é possível encontrar uma grande variedade de espécies com aplicações na alimentação, saúde e bem-estar. Esta oficina explora os vários usos de plantas aromáticas, medicinais e condimentares encontradas na zona do Museu do Côa, permitindo ao participante descobrir aromas e sabores e ficar a conhecer mais algumas curiosidades, aplicações e lendas sobre as árvores e ervas do Vale do Côa.

Nos Bastidores do Museu

Objetivos

  1. Conhecer as várias valências de um Museu
  2. Reconhecer a importância do projeto arquitetónico para o projeto Museológico

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Conhecer as várias valências de um Museu

Reconhecer a importância do projeto arquitetónico para o projeto Museológico

Conteúdo retirado e adaptado  de arte-coa.pt

Autorizado por arte-coa.pt

Museu da Música Mecânica

Museu da Música Mecânica

Museu da Música Mecânica

Inaugurado em 2016, o Museu da Música Mecânica é um museu privado que reúne uma coleção com mais de 600 peças desde o séc. XVIII até à primeira metade do séc. XX. O museu integra uma sala de exposições temporárias, auditório, cafetaria, loja e jardim. Venha descobrir o maravilhoso mundo da música mecânica!

Viagem ao maravilhoso mundo da música mecânica​

Vamos entrar numa caixa de música gigante! E descobrir uma coleção com mais de 600 instrumentos, composta por caixas de música, pianos mecânicos, autómatos, gramofones e  muitas outras peças de âmbito musical.
Todas as peças expostas estão em pleno funcionamento, restauradas, aptas a tocar e a encantar todos os que nos visitam. Uma viagem musical no tempo à descoberta de sons mecânicos e mágicos ao vivo para ver, ouvir e sentir.
Após a visita ao Museu podem ainda dar um passeio pela quinta e conhecer o Centro Hípico, os cavalos e o jardim.

O Luís e as caixinhas de música

A visita começa com a história do Luís, o colecionador do Museu da Música Mecânica e um dia também ele criança. O pequeno Luís adorava brincar no seu sotão mas todos os seus brinquedos tinham de ter uma coisa… música!
É assim que começa a aventura pelo museu onde descobrimos a sua coleção de caixas de música para criança. Através da audição ao vivo das peças da coleção vamos descobrir como as crianças brincavam e ouviam música há mais de 100 anos!

Visita + História

Os 1001 discos da Música Mecânica

Nesta visita vamos descobrir os mais diversos discos que se ouviam em peças como caixas de música e gramofones. Preparem-se para conhecer uma coleção de discos em materiais como metal, cartão e até mesmo chocolate! 

No museu encontramos ainda o maior e o mais pequeno disco do mundo!
Mas será que todos os discos são redondos? Será que também podem ser quadrados? Tudo é possível no Museu da Música Mecânica!

A visita é acompanhada pela audição ao vivo das peças da coleção.

Visita Temática

Programa - Um dia na quinta​

O programa “Um Dia na Quinta!” permite passar um dia completo na nossa quinta. Inclui duas atividades principais: visita ao Museu da Música Mecânica e experiências a cavalo no Centro Hípico instalado na nossa Quinta do Rei.

Inclui a vertente cultural com visita ao museu e exploração musical, ouvindo ao vivo os maravilhosos sons dos instrumentos de música mecânica e ainda a possibilidade de visita à exposição temporária patente. As crianças e jovens vão andar a cavalo com a orientação dos equitadores e fazer jogos e atividade física ao ar livre no campo de ténis/basquete/futebol e no espaço verde. O almoço é sugerido em formato de piquenique (a cargo de cada participante/instituição).

OUTRAS OPÇÕES

Visita ao Museu + Almoço piquenique no exterior

Meio dia - 4,00 p/pax

Visita ao Museu + Almoço na Sala de Música

Meio dia - 4,50 p/pax

Visita ao Museu + Almoço + Campo de Jogos

Dia completo - 5,00 p/pax

Conteúdo retirado e adaptado  de museudamusicamecanica.com

Autorizado por museudamusicamecanica.com

Museu Chapelaria

Museu da Chapelaria

Museu da Chapelaria

Venha conhecer a vida dos trabalhadores desta indústria e recuar no tempo até uma época em que ninguém saía à rua sem chapéu.

OFICINAS RESIDENTES

Este é o meu desenho

Ovelhas, coelhos e castores… com o pelo deles podemos fazer belíssimos chapéus.
Nesta oficina pedagógica, os visitantes são convidados a recriar a pelagem de um destes animais através de diferentes técnicas de pintura e colagem e usando os mais variados materiais recicláveis.

 

Animais felpudos

Sabias que com o pelo do coelho e com a lã da ovelha se podem fazer chapéus de feltro?
Partindo do reaproveitamento de materiais têxteis e dos conteúdos da exposição de longa duração, os visitantes são desafiados a dar asas à sua imaginação e a criar o seu coelho ou ovelha de estimação.

 

As cores que nascem

Azul, Amarelo, Verde e Vermelho… são cores que todos conhecemos. Mas como se formam?
Partindo dos catálogos de cores usados no laboratório da tinturaria da Empresa Industrial de Chapelaria, o visitante vai conhecer o círculo cromático das cores e suas cores primárias, secundárias e terciárias, para depois criar o seu próprio catálogo de cores.

Chapéus com personalidade

Quem não conhece o chapéu do Chef? E o do Bombeiro ou do Polícia, o da Bruxa ou da princesa ou até o dorminhoco? São imensos os chapéus que nos levam para o lado do sonho e da fantasia.
Nesta atividade pedagógica, depois de realizar a visita orientada às exposições do Museu, cada visitante selecionará um chapéu para encarnar a sua personagem, dando origem a um divertido jogo.

A geometria das máquinas

Com retângulos, triângulos, losangos e muitas outras formas geométricas vamos construir estranhas máquinas.
Nesta oficina os visitantes são desafiados a (des)construir, com o seu olhar, uma máquina e, através da conjugação de diferentes formas e cores, são levados a (re)construir a mesma máquina… ou talvez não!

 

Desenha a tua história

Tens imaginação e desenhas bem? Então esta é a tua oportunidade de o mostrar…
Durante esta oficina, os visitantes são convidados a criar e desenvolver uma fantástica aventura para uma divertida personagem que vive rodeada de máquinas e coelhos… e que nunca, mas mesmo nunca larga o seu chapéu!

Impressões de cores

Partindo da exploração de alguns documentos publicitários da chapelaria e das chapas de grifagem da empresa, os visitantes são desafiados a usar a sua visão criativa e diferentes técnicas manuais para, através de peças em relevo, darem forma à sua própria publicidade.

Postais 3D

Partindo dos conteúdos das exposições do Museu, os visitantes serão desafiados a construir e decorar um postal a três dimensões que, mais tarde, poderão enviar a quem quiserem.

 

O chapéu do século XX… e… II

O que seremos daqui a cem anos? Num mundo que se encontra em constante evolução, o que irá mudar? E como serão os nossos chapéus? Qual poderá ser o seu formato? Com que materiais será fabricado? Quais as suas cores e padrões? Estas são apenas algumas das questões com que os visitantes serão confrontados quando forem desafiados a idealizar, de forma crítica e criativa, como serão os chapéus do futuro.

VISITAS TEMÁTICAS

O mundo mágico dos chapéus

Para quem nunca visitou o Museu recomendamos que escolha a visita geral que apresenta o mundo mágico do fabrico de chapéus. A visita começa mesmo antes de entrar no Museu, quando os visitantes são convidados a conhecer os “Unhas Negras” que os aguardam no exterior do edifício. Aqui começa então a ser contada esta grande História que marcou o processo de industrialização em Portugal no início do século passado.

A péu mostra

Era uma vez a menina Péu… A Péu vive num lugar especial chamado Museu que guarda histórias mágicas de chapéus…
Personagem inspirado nos contos de fadas, a Péu leva as crianças a descobrirem o espaço museológico de forma simples, transformando a visita ao Museu numa experiência inesquecível!

Sabes como se faz um chapéu?

De forma lúdica e interativa, as crianças são convidadas a descobrirem o processo de fabrico do chapéu de feltro.
Nesta tipologia de visita os participantes são desafiados na sua criatividade e imaginação, tendo acesso sensitivo a matérias-primas, ferramentas e máquinas.
Esta visita é complementada com uma oficina que levará os participantes a testar diversas matérias-primas e ferramentas…

Uma cidade de chapéus

Esta visita começa com uma abordagem à história local por intermédio da qual é feita a contextualização da importância social, económica e cultural da indústria chapeleira em Portugal. Numa fase posterior, os visitantes são confrontados com a evolução tecnológica desta indústria, desde a sua fase mais artesanal até aos dias de hoje. Este tipo de visita é complementado com uma oficina.

Industrialização portuguesa

Compreender o processo de industrialização português e a consequente transformação dos territórios humanos e geográficos é o objetivo desta visita que pode ser complementada com uma visita a unidades produtoras de chapéus ainda em funcionamento.

 

Mediante a disponibilidade das Empresas parceiras, em articulação com o Turismo Industrial.

A história dos chapéus

Visita adaptada a diferentes faixas etárias e constituída por dois momentos diferentes:
1º: visita às exposições de longa duração do Museu, por intermédio da qual é explicada a forma de produção de um chapéu e a sua evolução no tempo;

2º: sessão realizada no auditório para apresentação, explicação e debate em torno da História do Chapéu e do seu papel social e cultural.

Museólogo por um dia

A Educação Patrimonial é fundamental para a preservação do património cultural. Nesta visita o participante fica a conhecer os princípios básicos de conservação e restauro e tem a oportunidade de os aplicar numa situação prática. Pretende-se sensibilizar o visitante para a importância do património cultural, de forma a permitir o seu desenvolvimento enquanto cidadão responsável e participativo.

Conteúdo retirado e adaptado  de museudachapelaria.pt.

Autorizado por museudachapelaria.pt.

Museu de Artes Decorativas

Museu de Artes Decorativas – Visitar Viana

Museu de Artes Decorativas

Programas escolares

O Museu de Artes Decorativas é, desde 2002, parte integrante da rede nacional de museus. O Museu possui múltiplas coleções que são parte integrante da história e cultura local. São propósitos do Museu de Artes Decorativas de Viana do Castelo:

Objetivos

  • O Museu apresenta objetivos muito concretos e definidos que são trabalhados diariamente no sentido de dar um propósito sério ao trabalho efetuado, sendo eles:
    Recolher, salvaguardar, restaurar, divulgar, valorizar testemunhos passados e presentes da cultura e tradição locais e nacionais.
  • Preocupação constante na salvaguarda do património nacional, móvel e imóvel, no seu estudo e divulgação, na procura constante de procura e diversificação do público que visita o museu.

Escolas – Serviço educativo

Relativamente às visitas de Estudo, o Museu de artes decorativas apresenta uma diversidade de atividades dividindo-se em 5 áreas principais:

CERÂMICA

A cor e som do Barroco
Jardim de infância
Duração – 60 min
Leitura do livro “A Rainha da Cores” ao som de música do período Barroco.

A cor e som do Barroco
1º CEB
Duração – 60 min
Leitura do livro “ As Quatro Estações de Vivaldi” ao som de música do período Barroco.

As Quatro Estações de Vivaldi

Do Barro ao Artefacto 
1º e 2º CEB.
Duração – 120 min.
Conhecer e modelar argilas recorrendo a técnicas simples para produção de peças em barro.

Da mão ao Padrão 
1º  ao 3º CEB.
Duração – 120 min.
Recorrendo a técnicas mouriscas, o objetivo será a reprodução de azulejos padronizados.

Jogo Azul 
1º  ao 3º CEB.
Duração – 60 min.
Recorrendo a um jogo, vamos observar os painéis setecentistas e identificar pormenores neles inscritos.

Práticas de Conservação e Restauro em Azulejos  
1º  ao 3º CEB.
Duração – 120 min.
Limpeza dos tardozes de azulejos que se se encontravam  a destacar na Capela do Museu.

Pintura e Desenho

Animais fantásticos
2º e 3º CEB
Duração – 120 min
Desenho livre de alguns dos elementos decorativos existentes nas coleções do museu.

Riscos e Pinceladas
1º e 2º CEB
Duração – 120 min
Tomar conhecimento de todas as fases da execução de uma pintura. Da teia à tela e  do pigmento à criação artística.

Escultura

A Arte do Gesso
1º e 2º CEB
Duração – 120 min
Compreender o gesso como mineral, o seu comportamento e a sua aplicação artística.

Estuque decorativo
1º ao 3º CEB
Duração – 120 min
Reproduzir em gesso elementos decorativos presentes na exposição.

Mobiliário

Artes da Talha
1º ao 3º CEB
Duração – 120 min
Conservação e Restauro. Aprender a técnica a aplicar em madeira dourada.

Contador Historiado
1º ao 3º CEB
Duração – 120 min
Exploração do mobiliário da exposição, à descoberta de elementos decorativos.

Muiseu em Poesia
Pré-escolar
Duração – 90 min
A história do museu contada aos mais pequeninos em verso. A melhor maneira de despertar a sua curiosidade, tornando-a num motor para a  sensibilização estética.

Guia por um dia
1ºCEB
Duração – 90 min
Leitura e interpretação dos pontos chave , relativos à visita realizada ao Museu.

Museu na Escola

Azulejos com História
1º ao 3º CEB
Duração – 120 min
Reprodução de imagens figurativas dos painéis de azulejos existentes no interior do Museu.

Com Penas de Escrita
1º ao 3º CEB
Duração – 120 min
Vivenciar a experiência de todos aqueles que em tempos, na escola, escreviam e desenhavam com pena. 

Roda das Artes
1º ao 3º CEB
Duração – 120 min
Adaptado ás inúmeras temáticas relacionadas com as coleções do Museu, os alunos fazem o jogo da roda, acompanhado por um breve questionário.

Museu do Traje

Visitar Viana – Museu do Traje

Museu do Traje de Viana do Castelo

Localização

O Museu do Traje de Viana do Castelo Localiza-se na Praça da República, bem no centro histórico da cidade de Viana do Castelo. O edifício construído em 1958, funcionou como sede do banco de Portugal até ao ano de 1996. Após o encerramento, a Câmara Municipal adquiriu o edifício com o objetivo de o transformar num museu: O Museu do Traje de Viana.

História do Museu

Após a sua aquisição pela Câmara de Viana, foi em 2002 que a mesma iniciou o processo de agregação à rede portuguesa de Museus, o que veio a acontecer em 2004. Nesse ano é feita a primeira exposição permanente: “A Lã e o Linho no traje do Alto Minho”, seguindo-se muitas outras.

Missão

O Museu do Traje tem como missão a preservação e divulgação da identidade cultural e etnográfica do traje Vianense.

 Serviços Educativos

O Museu apresente um amplo leque de ofertas ás escolas com programas diversificados que vão do jardim de infância, ao 3º ciclo do ensino básico.

1- Ouro – do tradicional ao contemporâneo.

Os trajes de Viana são caracterizados pela riqueza das suas voltas em ouro e filigrana. Orientado para alunos do jardim de infância e 1º Ciclo do ensino básico, esta visita de aproximadamente 90 minutos propõe a criação de peças em “ouro” recorrendo á ornamentação com fios.

2- Riscos e desenhos – forma de comunicar

Destinado aos alunos do 1º e 2º ciclo, também com a duração de 90 minutos, esta visita tem como objetivo compreenderas simbologias dos desenhos, recorrendo á transferência do desenho para o tecido por papel químico, ou papel vegetal.

3- Os trajes e as tradições de Maria Emília Vasconcelos

Do 1º ao 3º ciclo, permite o estudo do traje à vianesa e o contributo desta ilustre vianense. Este programa tem também a duração aproximada de 91 minutos.

Visitar Aveiro - Centro Cerâmico

Visitar Aveiro – Centro Cerâmico

Centro Cerâmico de Aveiro​

O Centro cerâmico de Aveiro, está localizado em Aradas e é um dos polos nacionais mais emblemáticos do amor à cerâmica. Os alicerces são fruto da dedicação e paixão de duas pessoas fantásticas: 

António Valente da Silva

conhecido por António Egídio desde sempre ligado ao fabrico  e decoração de porcelana, iniciou-se na Vista Alegre e transitou depois para a fábrica de porcelanas Artibus e 

Adelino Ferreira Laranjeira

o Mestre Oleiro de Aradas, querido por todos e que deu alma a este projeto. Começando a amassar em menino, com os pés, esta matéria tão humilde que é o barro, para depois o transformar na Roda e o cozer no seu forno a lenha tradicional. 

Se pensar em visitar Aveiro, não se esqueça que Aveiro é conhecido pela Ria, pelos ovos moles, produção de Sal, os tradicionais Moliceiros, mas também pela cerâmica.

A Funceramics possibilita, entre outras atividades, o contacto com a Roda de oleiro tradicional onde é possível observar todo o processo desde amassar o barro á mão, centrar o barro da roda, humedecer com água o barro para que depois seja possível levantá-lo comprimindo para isso as mãos enquanto o pé vai tocando a roda para que ela me movimente. Não menos importante é a maneira como se tira a peça da roda. No final todos são convidados a passarem as mãos na argila para contactarem de perto com esta rocha á medida que as explicações vão sendo dadas.

A visita pode ser feita individualmente, ou complementada com outras atividades, uma vez que o Centro Cerâmico de Aveiro tem um espaço dedicado ás Geociências. Aqui é possível produzir as próprias peças recorrendo a moldes e barro líquido, explicação sobre a cristalização, podendo os alunos produzir os seus próprios cristais.

Deixamos aqui os pack disponíveis para visitas de Estudo, podendo também ser feitas por particulares , sejam crianças ou adultos.

Deixamos aqui o formulário onde poderá fazer a sua reserva.