Parque Biológico Serra da Lousã

Parque Biológico da Serra da Lousã

Parque Biológico da Serra da Lousã

O Parque

Com o objetivo de privilegiar e ajudar na conservação das espécies que habitam ou habitaram o território português, o Parque Biológico é a maior amostra da fauna selvagem de Portugal. Situado na encosta da Serra da Lousã, ocupa uma área de 33 000 m2 de Reserva Ecológica Nacional.

Ao percorrer os caminhos do parque, poderão observar cerca de 300 animais, divididos em 60 espécies diferentes, entre elas aves de rapina, urso pardo, lince, lobo ibérico, raposa, javali, veado e uma variedade única de raças da agro-pastorícia tradicional portuguesa, entre muitos outros!

Ao longo de todo o percurso podem observar não apenas a fauna portuguesa mas também a flora nativa do nosso território e descansar à sombra de castanheiros, carvalhos e medronheiros! Poderão ainda visitar a área museológica que se divide em 3 museus: Museu Espaço da Mente, o Museu da Tanoaria e o Museu de Artes e Ofícios Tradicionais.

Templo Ecuménico Universalista / Trivium

Localiza-se a cerca de 8km do Parque.

O Templo faz parte do Trivium constituído por: Parque Biológico que lembra a Igualdade da Vida, o Ecomuseu Espaço da Mente que exige a Liberdade e o Templo que apela à Fraternidade com a Natureza. Espaço que promove a tolerância perante todas as crenças e religiões, este é o primeiro Templo construído com um objetivo ecuménico, universalista, aberto a todos os crentes, de todas as religiões, incluindo ateus. Integra um Observatório de Religiões apresentando 15 diferentes visões espirituais existentes no Mundo e uma síntese da barbárie que os fundamentalismos criaram ao longo de séculos.

Regras COVID-19

Todos os visitantes devem acompanhar-se de máscara no inicio do percurso que se efetua junto da bilheteira, em espaço fechado. Pedimos que por favor apenas um responsável do grupo se desloque à bilheteira para fazer o pagamento e informações necessárias.

 

Pacotes

  1. Entrada no parque com visita guiada (incluído)
  2. Jogos tradicionais (>6 anos)
  3. Maneio de equinos (>3 anos)
  4. Alimentação dos animais (>3 anos)
  5. Workshop “Vamos fazer o pão” (>6 anos) – Consoante as condições climatéricas. Não se realiza à segunda-feira
  6. Tiro com arco (>6 anos)
  7. Atlier do Barro (>6 anos)
 

Preços

Visita guiada ao parque + 2 pacotes à escolha – 8,50€/aluno

Visita guiada ao parque – 6.50€/aluno

Visita ao tempo – 4,00€/aluno

Viista guiada ao parque + visita ao templo – 8,50€/aluno

Acompanhantes – 3€/acompanhante

 

Conteúdo retirado e adaptado  de https://parquebiologicoserralousa.pt/

Autorizado por https://parquebiologicoserralousa.pt/

Zoo lagos 00

Zoo de Lagos

Zoo de Lagos

Tendo consciência da emergente necessidade de fomentar o  conhecimento do planeta, da sua biodiversidade e urgente proteção e conservação, o Zoo de Lagos trabalha no sentido de facultar aprendizagens únicas.
O Programa Pedagógico apresentado possui um conjunto de atividades que visa através da educação ambiental complementar os conteúdos programáticos escolares.

Oficina Educativa Pré-escolar

Uma Aventura na Quintinha

És o agricultor da Quinta do Zoo. Tanta coisa para fazer! Visita guiada com perguntas para descobrir os animais e plantas da quinta. Inclui Interação com alguns animais da quinta.

Mundinho

Narração de uma história, contando com a participação e interação das crianças, envolvendo uma mensagem ambiental de proteção do planeta Terra e dos seus animais e plantas.

Jogo dos animais

Apresentação de vários sons produzidos por diferentes animais do Zoo, de forma a estimular a audição como um instrumento de análise do ambiente circundante.

Quem é quem?

Com base no clássico jogo de fichas, o objetivo é, através de várias perguntas adivinhar o animal escolhido. Aqui, os alunos serão as personagens.

Oficina Educativa 1ºCEB

Visita Guiada

Apresentação de alguns animais do zoo, explicando a variedade de locais onde habitam, o seu tipo de alimentação e a sua importância no planeta.

Uma Aventura na Quintinha

Visita guiada com perguntas para descobrir animais e plantas da quinta. Inclui interação com alguns animais da quinta.

Adaptações dos Animais

Através da exploração da exposição permanente do Zoo, os alunos poderão aprender mais sobre algumas características físicas dos animais e adaptações ao meio ambiente, tendo a oportunidade de tocar em alguns materiais biológicos.

Quem é quem?

Com base no clássico jogo de fichas, o objetivo é, através de várias perguntas adivinhar o animal escolhido. Aqui, os alunos serão as personagens.

Vamos ajudar o planeta

Sessão em forma de PowerPoint, onde são apresentadas práticas sustentáveis que as crianças podem
realizar de forma a reduzir a sua pegada ecológica.

Os Bichinhos são nossos amigos

Sessão em forma de PowerPoint, onde são apresentados animais de diferentes classes a que,
geralmente, quer o público em geral, quer as crianças, têm medo.

Oficina Educativa 2ºCEB

Visita Guiada

Apresentação da diversidade de seres vivos e os seus habitats, bem como espécies em perigo e suas ameaças, utilizando as espécies presentes na coleção zoológica como exemplo.

Adaptações dos Animais

Através da exploração da exposição permanente do Zoo, os alunos poderão aprender mais sobre algumas características físicas dos animais e adaptações ao meio ambiente, tendo a oportunidade de tocar em alguns materiais biológicos.

Quem é quem?

Com base no clássico jogo de fichas, o objectivo é, através de várias perguntas adivinhar o animal escolhido. Aqui, os alunos serão as personagens.

Volta ao Mundo no Zoo

Através de uma visita guiada, os alunos poderão identificar os vários habitats representados no Zoo e recolher material, registando num caderno de campo.

As incríveis adaptações do Mundo Animal

Apresentação de PowerPoint, onde são mostradas algumas características dos animais e diferentes exemplos de hábitos e comportamentos de adaptação ao eu meio ambiente.

Poluição, Perigo Constante

Apresentação de Powerpoint, onde são explorados os vários tipos de poluição e consequências para os seres vivos.

Charadas

Consolidação de conhecimentos, através do famoso jogo de perguntas sobre conteúdos curriculares de ciências.

Oficina Educativa 3ºCEB

Visita Guiada

Pretende-se apresentar as diferentes espécies e diferentes habitats e alertar sobre a problemática da extinção em massa que está a ocorrer, além explorar algumas soluções que visam a conservação da Natureza.

Volta ao Mundo no Zoo

Através de uma visita guiada, os alunos poderão identificar os vários habitats representados no Zoo e recolher material, aprendendo a registar no caderno de campo.

Impactos do Homem no Ecossistema: Role-play

Promoção de debates sobre o impato de algumas ações hmanas na Natureza.

Homem, o animal mais perigoso do Mundo

Apresentação PPT sobre os impactos do ser humano no meio ambiente.

Peddipapper da Biodiversidade

12 animais, 12 pistas, uma encaminha para a próxima.

Charadas

Consolidação de conhecimentos, através do famoso jogo de perguntas sobre conteúdos curriculares de ciências.

Diretor do Zoo por um dia

Uma atividade que combina várias matérias, desde matemática, a expressão oral, e promove o trabalho de equipa, numa visita temática ao Zoo. Gerir um Zoo é uma grande responsabilidade.

Oficina Educativa Secundário

Visita Guiada

Durante a visita ao parque, vamos falar de algumas das adaptações dos animais ao meio ambiente, introduzir alguns conceitos de até ao nível da espécie e subespécies, falar de ameaças a extinção e debater o conceito de sustentabilidade e conservação da natureza, bem como o papel dos zoos na conservação e outros projetos dos zoos.

Impactos do Homem no Ecossistema

Promoção de debates sobre o impacto de algumas ações humanas na Natureza.

Peddipapper da Biodiversidade

12 animais, 12 pistas, uma encaminha para a próxima.

A Viagem de Darwin ao Zoo

Imaginem se Darwin tivesse vindo ao Zoo e visto todas estas espécies. Que dados tirava? Visita temática com pontos de paragem estratégicos.I

O Papel dos Zoos na Atualidade

Apresentação de Powerpoint, sobre a evolução dos Zoos e seu papel na conservação da Natureza.

Introdução às técnicas de análise de dados em biologia: Registo alimentar de rapinas

Abertura e análise de regurgitações, com o objectivo de recolher informações sobre a dieta destas aves.

Charadas

Consolidação de conhecimentos, através do famoso jogo de perguntas sobre conteúdos curriculares de ciências.

Diretor do Zoo por um dia

Uma atividade que combina várias matérias, desde matemática, a expressão oral, e promove o trabalho de equipa, numa visita temática ao Zoo. Gerir um Zoo é uma grande responsabilidade.

Conteúdo retirado e adaptado de https://zoolagos.com/

Imagens Museu do Calçado (11)

Museu do Calçado

Museu do Calçado

Anualmente, o Museu do Calçado desenvolve um programa de atividades pedagógicas composto por visitas orientadas temáticas, animadas e encenadas, oficinas pedagógicas e masterclasses, tendo em conta a diversidade e necessidades dos públicos que acolhe.

Do ofício de sapateiro aos sapatos de arte

Nesta visita apresenta-se a história da produção do calçado, desde a oficina até às grandes fábricas, a evolução do sapato ao longo do tempo e a realidade de design do calçado na nossa contemporaneidade.

Dividido em cinco áreas fundamentais, o Museu apresenta uma área expositiva dedicada ao fabrico tradicional e outra inteiramente dedicada à produção industrial. Num terceiro momento, o visitante será levado a viajar no túnel do tempo, ficando a conhecer a evolução do calçado desde a pré-história até ao final do século XX. Na quarta área expositiva, apresentam-se sapatos produzidos pelos principais designers de todo o mundo e muitas histórias de sapatos notáveis. Finalmente, a última área, é dedicada à produção artística contemporânea, apresentando-se diversas obras de artistas nacionais e internacionais que tiveram como inspiração o sapato.

O ofício do sapateiro

O processo de fabrico do calçado teve uma grande transformação ao longo do século XX. Esta visita pretende colocar em diálogo o modo de fazer tradicional do ofício de sapateiro e a produção industrial e a sua evolução.

Eu ia para a escola descalço

Um dia, não há muito tempo, um senhor, filho de um antigo tamanqueiro, visitou o Museu do Calçado. Contou-nos que quando chegou à escola, no primeiro dia, era o único que tinha sapatos. Tirou os tamanquitos, guardou-os na sacola e foi para aula descalço, como todos os outros.

Está lançado o mote para uma visita aos espaços do Ofício de Sapateiro e da Produção Industrial. Esta “visita-diálogo” baseia-se na partilha de histórias e experiências relacionadas com o calçado.

O sapato mais famoso do mundo

O Museu do Calçado abre o seu percurso expositivo com o sapato mais famoso do mundo, o da Cinderela. Partindo do conto tradicional e com a ajuda de um guia caracterizado, os mais pequenos vão descobrir o maravilhoso processo de fabrico de um sapato e conhecer muitos sapatos ao longo da história da humanidade.

Esta visita tem como principal objetivo facilitar a compreensão dos conteúdos da exposição permanente do Museu, tornando-a mais acessível a crianças com menos de 5 anos de idade.

Histórias de uma passadeira vermelha

Do Túnel do Tempo à coleção de Sapatos Notáveis há histórias únicas e irrepetíveis. Do salto vermelho criado por Louis XIV ao tacão agulha de Manuela Azevedo, venha conhecer muitos sapatos com histórias para contar.

O que é nacional...

Esta visita concentra-se fundamentalmente na história do calçado e do design em Portugal. Fique a conhecer as técnicas tradicionais de fabrico, as regiões de produção, o calçado dos trajes regionais, a realidade da produção nacional, bem como, os designers portugueses mais consagrados. Aprofunde o seu conhecimento sobre a evolução deste sector que se destaca no panorama nacional.

Dá-me a honra desta dança?

A história da evolução do calçado está intimamente ligada à história da dança. Nesta oficina, os participantes vão ter oportunidade de experimentar diversos passos de dança, característicos de diferentes períodos históricos, como a valsa ou o can-can do século XIX, o charleston dos anos 1920, o rock’n roll dos anos 1950 ou o disco da década de 1980.

Que laçada

Recorrendo a uma cantiga, gestos e outros truques, sentados em roda, os mais pequenos vão aprender a apertar os cordões do sapato.

Asas nos pés

E se pudéssemos voar com uns sapatos alados? E se pudéssemos ter asas nos pés? Que sapatos nos fariam voar?

As dobras de uma sandália

Depois de realizada a visita ao Túnel do Tempo os visitantes ficam a conhecer o primeiro calçado usado pelo Homem. A sandália foi um dos primeiros modelos e variou de uma simples tira sobre o pé até modelos mais complexos. Partindo da técnica de dobras e colagens os visitantes vão criar uma sandália à escala real.

As Sanjo andam por ai...

Sanjo é uma marca de sapatilhas de S. João da Madeira que ficou célebre por todo o país. Por isso, no Museu do Calçado há uma vitrina cheia de belas sapatilhas Sanjo. Depois de verem os diferentes modelos os visitantes irão criar a sua própria Sanjo.

Isto é um sapato?

O núcleo expositivo “Sapatos de Arte” expõe obras de arte cujo tema principal é o calçado. Esta atividade propõe exatamente trabalhar sobre a frágil fronteira que distingue o sapato enquanto objeto do quotidiano e objeto artístico. Tendo por base uma forma de calçado, os visitantes criam o seu próprio “sapato de arte” e decidem onde colocar essa fronteira

o meu primeiro sapato

Recorrendo a técnicas de modelação de calçado utilizadas na indústria, cada visitante é convidado a criar o seu primeiro sapato, tendo em conta as especificidades técnicas das matérias-primas e os diferentes modos de produção.

Conteúdo retirado e adaptado  de museu-do-calcado.pt

Autorizado por museu-do-calcado.pt

Côa Parque

Côa Parque

Côa Parque

Como uma imensa galeria ao ar livre, o Vale do Côa apresenta mais de mil rochas com manifestações rupestres, identificadas em mais de 80 sítios distintos, sendo predominantes as gravuras paleolíticas, executadas há cerca de 25.000 anos.

Visita ao Museu do Côa

Objetivos

  1. Entender a arte rupestre paleolítica como a primeira arte da humanidade
  2. Reconhecer o objeto desta expressão artística
  3. Conhecer os modos de vida das diferentes populações que habitaram e gravaram no Vale do Côa

_

Esta visita destina-se ao público escolar dos diversos níveis de ensino. Assim, temas a abordar e a linguagem a utilizar adaptar-se-ão as diferentes necessidades dos públicos escolares. Pretende-se, de uma forma interativa e Iúdica, ligar os conteúdos expostos no Museu com o programa lectivo dos diferentes níveis de ensino.

Visita ao Núcleo de Arte Rupestre da Penascosa

Objetivos

  1. Entender a arte rupestre paleolítica como a primeira arte da humanidade
  2. Reconhecer o objeto desta expressão artística
  3. Conhecer os modos de vida das diferentes populações que habitaram e gravaram no Vale do Côa
  4. Reconhecer as características específicas do Vale do Côa, em termos ambientais
  5. Reconhecer a importância da conservação desta arte única

_

A visita é essencial para dar a conhecer a criatividade dos homens e mulheres da Pré-história, através da arte que é também o reflexo do seu modo de vida. Pretende-se assim proporcionar um momento de descoberta do artista e da arte do Côa, como também de descodificação da arte paleolítica.

Arqueologia Experimental

Objetivos

  1. Reconhecer a Arqueologia como ciência
  2. Contactar com o trabalho do arqueólogo
  3. Perceber o papel da arqueologia para a compreensão do passado
  4. Conhecer as técnicas dos habitantes Pré-históricos do Vale
  5. Conhecer o quotidiano do Homem Paleolítico

_

Entre 26 000 e 10 500 anos a.C. o homem de Cro-Magnon, nosso antepassado direto, viveu na envolvente do Vale do rio Côa, e em alguns dos seus principais afluentes. Nesta oficina vamos desenvolver algumas modalidades da interpretação do quotidiano por parte desses homens e mulheres: recriar a produção e utilização de armas de caça, produção de fogo e realização de gravuras em suportes móveis de xisto.

À descoberta do Vale do Côa

Objetivos

  1. Aprofundar o conhecimento do património arqueológico e artístico do Vale do Côa
  2. Possibilitar momentos de descontração e divertimento

_

Cada jogador representa uma tribo, que se quer instalar no Vale do Côa, por saber que oferece excelentes condições para se viver. Mas todas querem o mesmo local.

Decidem então efetuar um torneio, em que quem ganhar pode ficar com o local pretendido. As regras do torneio são feitas pelos Mais Velhos, que decidem que o vencedor deve ser a tribo que demonstrar mais conhecimentos. As tribos têm assim que responder a diversas questões. Ganha a que responder de forma acertada a uma maior número de perguntas. O jogo desenrola-se num tabuleiro gigante em que os participantes são os peões.

Com Lupa, papel e caneta:
Vamos descobrir Castelo Melhor?

Objetivos

  1. Ocupar o tempo livre entre visitas
  2. Utilizar uma abordagem lúdica para promover aprendizagem
  3. Conhecer o património histórico da aldeia
  4. Promover o contacto com a população local

_

Este percurso pedestre, destinado às famílias e às escolas, é efetuado com o auxílio de uma ficha-guia que orienta a descoberta de ruas, de casas e varandas, de pequenos azulejos e outros objetos com história, que estão ainda presentes nas memórias e na vida dos habitantes da pequena aldeia de Castelo Melhor.

Os Pequenos Arqueólogos

Objetivos

  1. Reconhecer a arqueologia como ciência
  2. Conhecer o trabalho desenvolvido pelo Parque e Museu do Côa
  3. Perceber a função da arqueologia na compreensão e reconstrução do passado
  4. Reconhecer a arte rupestre como elo de ligação entre o passado e o presente

_

Esta atividade permite uma aproximação ao método de pesquisa e construção do Parque, explorando ali o trabalho de campo normalmente desenvolvido pelos arqueólogos. Criar-se-á um ambiente propício para a descoberta da investigação arqueológica, nomeadamente do trabalho de campo.

Animação no Vale do Côa

Objetivos

  1. Reconhecer a arqueologia como ciência
  2. Conhecer o trabalho desenvolvido pelo Parque e Museu do Côa
  3. Perceber a função da arqueologia na compreensão e reconstrução do passado
  4. Reconhecer a arte rupestre como elo de ligação entre o passado e o presente

_

Esta atividade permite uma aproximação ao método de pesquisa e construção do Parque, explorando ali o trabalho de campo normalmente desenvolvido pelos arqueólogos. Criar-se-á um ambiente propício para a descoberta da investigação arqueológica, nomeadamente do trabalho de campo.

O Vale Mágico

Objetivos

  1. Conhecer a Pré-História do Vale do Côa
  2. Contar a história do Vale do Côa através do imaginário Infantil (Marionetas)
  3. Conhecer a vida quotidiana dos Homens que viveram no Vale do Côa

_

Uma oficina de teatro de marionetes, uma forma diferente de viajar no tempo, descobrindo e aprendendo a magia das várias eras históricas relevantes no Vale do Côa, através de personagens do imaginário infantil.

Pelo Caule da Memória

Objetivos

  1. Conhecer os modos de vida das diferentes populações que habitaram e gravaram no Vale do Côa
  2. Reconhecer as características específicas do Vale do Côa, em termos ambientais, do Paleolítico aos nossos dias
  3. Reconhecer as espécies vegetais ainda existentes no Côa
  4. Conhecer os usos dados às plantas na vida quotidiana

_

O Côa é uma região riquíssima em biodiversidade e, no que diz respeito ao reino das plantas, é possível encontrar uma grande variedade de espécies com aplicações na alimentação, saúde e bem-estar. Esta oficina explora os vários usos de plantas aromáticas, medicinais e condimentares encontradas na zona do Museu do Côa, permitindo ao participante descobrir aromas e sabores e ficar a conhecer mais algumas curiosidades, aplicações e lendas sobre as árvores e ervas do Vale do Côa.

Nos Bastidores do Museu

Objetivos

  1. Conhecer as várias valências de um Museu
  2. Reconhecer a importância do projeto arquitetónico para o projeto Museológico

_

Conhecer as várias valências de um Museu

Reconhecer a importância do projeto arquitetónico para o projeto Museológico

Conteúdo retirado e adaptado  de arte-coa.pt

Autorizado por arte-coa.pt

Krazy World 02

Krazy World

Krazy World

O Krazy World é um Zoo interativo com atividades para todas as idades!

Krazy World OFICIAL

Pré-Escolar e 1ºCEB

Oferta Educativa

  1. Visita guiada à Terra Exótica*
  2. Apresentação sobre Lémures
  3. Apresentação sobre animais exóticos
  4. Visita guiada à Quintinha*
  5. Visita à Horta Biológica
  6. Caça ao tesouro

Temas abordados

  1. Oposição campo/cidade
  2. Animais selvagens e domésticos
  3. Diferentes habitats
  4. O que são recursos naturais
  5. Proteção do meio ambiente e dos recursos naturais

Para os 3º e 4º anos inclui conversas mais detalhadas sobre Coatis e Araras

Inclui:

Interação e alimentação aos animais
Piscina
Insúflavel
Mini-golfe
Passeio no pónei
Parque infantil

  • *Possibilidade de visita online – 2€/pax

Atividades pagas à parte: Kart a pedal – 2,50€/10min | Arborismo – 4,95€/aluno

2ºCEB

Oferta Educativa 5º ano

  1. Visita guiada à Terra Exótica, incluindo conversas detalhadas sobre Guaxinins e Cães da Pradaria*
  2. Apresentação sobre Lémures
  3. Apresentação sobre animais exóticos
  4. Visita guiada à Quintinha*
  5. Visita à Horta Biológica
  6. Caça ao tesouro

Temas abordados

  1. Animais terrestres e aquáticos 
  2. Agentes biológicos na génese dos solos 
  3. Função da água para os seres vivos
  4. Gestão sustentável da água
  5. Relação entre as características dos animais e o ambiente
  6. Relação entre a alimentação dos animais e o ambiente
  7. Animais ovíparos, ovovivíparos e vivíparos
  8. Adaptações dos animais a factores abióticos 
  9. Fauna e flora invasora

Oferta Educativa 6º ano

  1. Visita guiada à Terra Exótica, incluindo conversas detalhadas sobre Cães da Pradaria e Aves de Rapina*
  2. Apresentação sobre Lémures
  3. Apresentação sobre animais exóticos
  4. Visita guiada à Quintinha*
  5. Visita à Horta Biológica
  6. Caça ao tesouro

Temas abordados

  1. Riscos e benefícios dos alimentos
  2. Diferentes sistemas digestivos
  3. Diferentes tipos de dentição
  4. Diferentes tipos de regime alimentar 
  5. Relação entre o processo respiratório dos animais e o meio ambiente
  6. Importância das plantas para a vida
  7. Importância de polinizadores e o papel dos animais na dispersão de sementes e manutenção dos ecossitemas

Inclui:

Interação e alimentação aos animais
Piscina
Insúflavel
Mini-golfe
Passeio no pónei
Parque infantil

  • *Possibilidade de visita online – 2€/pax

Atividades pagas à parte: Kart a pedal – 2,50€/10min | Arborismo – 4,95€/aluno

3ºCEB

Oferta Educativa 7º ano

  1. Visita guiada à Terra Exótica, incluindo conversas detalhadas sobre Tartarugas Aligátor e Emus*
  2. Apresentação sobre Lémures
  3. Apresentação sobre animais exóticos
  4. Apresentação sobre Dinossauros*
  5. Caça ao tesouro

Temas abordados

  1. Resumo dos temas referentes aos 5º e 6º anos
  2. Teoria da deriva continental e impacto nas espécies e ecossistemas 
  3. Formação e estudo dos fósseis
  4. Eras e tempo geológico

Oferta Educativa 8º e 9º ano

  1. Visita guiada à Terra Exótica, incluindo conversas detalhadas sobre Iguanas e Aves de Rapina*
    1. Foco em espécies invasoras (apenas visitas online)*
  2. Apresentação sobre Lémures
  3. Apresentação sobre animais exóticos
  4. Apresentação sobre espécies invasoras
  5. Caça ao tesouro

Temas abordados

  1. Níveis de organização biológica dos seres vivos  e ecossistemas
  2. Adaptações dos seres vivos a faatores abióticos
  3. Diferentes relações bióticas e impactos na dinâmica populacional das espécies
  4. Cadeias tróficas e impacto humano em teias alimentares
  5. Causas e consequências das alterações dos ecossistemas 
  6. Conservação dos ecossistemas
  7. Poluição, desflorestação, incêndios e invasões biológicas e impacto nos ecossistemas
  8. Gestão de resíduos da água 

Inclui:

Interação e alimentação aos animais
Piscina
Insúflavel
Mini-golfe
Passeio no pónei
Parque infantil

  • *Possibilidade de visita online – 2€/pax

Atividades pagas à parte: Kart a pedal – 2,50€/10min | Arborismo – 4,95€/aluno

Secundário

Oferta Educativa 

  1. Visita guiada à Terra Exótica, incluindo conversas detalhadas sobre espécies a definir*
  2. Apresentação sobre Lémures
  3. Apresentação sobre animais exóticos
  4. Caça ao tesouro
  5. Possibilidade de planear outras atividades de interesse educativo

Temas abordados

  1. Possibilidade de desenvolver diversos temas específicos cosoante proposta/sugestão dos professores responsáveis

Inclui:

Interação e alimentação aos animais
Piscina
Insúflavel
Mini-golfe
Passeio no pónei
Parque infantil

  • *Possibilidade de visita online – 2€/pax

Atividades pagas à parte: Kart a pedal – 2,50€/10min | Arborismo – 4,95€/aluno

Conteúdo retirado e adaptado de krazyworld.com

Autorizado por krazyworld.com

Quinta Pedagógica Braga 06

Quinta Pedagógica de Braga

Quinta Pedagógica de Braga​

Muito mais do que um simples espaço rural!

A Quinta pedagógica de Braga é um espaço pertencente ao Município de Braga, inaugurado em janeiro de 2004, com uma área de 25 000 m2 direcionado para formação e educação ambiental. A Quinta Pedagógica oferece um vasto conjunto de atividades direcionados a visitas de estudo de crianças da Pré-escola e 1º c.iclo do ensino básico.

Origem

O espaço  tem origem numa tradicional quinta minhota que foi remodelada e adaptada para fins pedagógicos. Para esse fim foram sendo implementadas diversas atividades ao longo do ano letivo para permitir tirar o máximo partido que uma quinta possibilita. Há por isso um conjunto de atividades ao alcance dos mais novos para que eles aprendam e se divirtam.

Quanto custa

Direcionado para escolas, a Quinta pedagógica de Braga tem um custo de entrada de 1,25/criança, preço válido até 31/12/2020, sendo a entrada de acompanhante gratuita.

Onde comer

Existe um espaço disponível para merendas na Quinta. Esse espaço de merendas deverá ser reservado previamente para que haja autorização para o seu uso. A Quinta Pedagógica fecha no período entre as 12h30m e as 14h, pelo que durante este intervalo de tempo o Educador/Professor é responsável pelas crianças e pela utilização do espaço.
(Atualmente indisponível devido ao Covid-19)

O Quintas

A Quinta  tem uma mascote muito querida, o Quintas que além de simpático sabe muito sobre as atividades ao ar livre e sobre os animais da quinta.

Quintas

Atividades

Capacidade máxima de 50 alunos em simultãneo, distribuídos por ateliês distintos

Ateliê de agro-pecuária

Festa das colheitas – Vindima/Desfolhada (setembro/outubro)

Magusto – Dia S. Martinho (1 novembro)

Componente animal:

  1. Semana do animal (6 a 9 outubro)
  2. Dia mundial do ovo (9 outubro)
  3. Semana do agricultor e tosquia das ovelhas (10 a 14 maio)
  4. Semana da biodiversidade e dar cor à lã (17 a 21 maio)

Componente vegetal:

  1. Ateliê das sementeiras, estacarias ou plantações
  2. Ateliê de kit de hortas, flores comestíveis e/ou plantas aromáticas
  3. Ateliê de hortas verticais
  4. Dia da floresta autóctone (23 novembro)
  5. Dia mundial do solo (7 dezembro)
  6. Semana da árvore (15 a 19 março)
  7. Dia mundial da terra (22 abril)
  8. Ateliê de compostagem agrícola e/ou doméstica (1º ciclo)

Ateliê de ambiente

  1. Atividades experimentais: água e solo
  2. Semana europeia da prevenção de resíduos (23 a 27 novembro)
  3. Dia nacional da energia (31 maio) – fornos solares
  4. Dia mundial do ambiente (7 junho)
  5. Vamos aprender a separar os resíduos (jogo) – 1º ciclo
  6. Vamos conhecer a vida do ribeiro ou do charco – 1º ciclo

Ateliê equestre

Maneio do cavalo (cuidados de alimentação, saúde e bem-estar)

Ateliê de cozinha

  1. Confeção de pão de milho/mistura
  2. Confeção de fidalguinhos (doce típico de Braga)
  3. Semana da alimentação (12 a 16 outubro)
  4. Dia internacional do chá (16 dzembro)
  5. Confeção de doces de Natal (30 novembro a 4 dezembro)

Ateliê de artes plásticas

  1. Sacos de cheiro com plantas aromáticas da Quinta
  2. Enfeitas de Natal (outubro a novembro)
  3. Confeção de mini-espantalhos (fevereiro)
  4. Pinturas com tintas naturais (jardins de infância)
  5. Fazer animais com folhas (creche e jardins de infância)
  6. Medalhões dos super animais (creche e jardins de infância)

Ateliê do barro

Modelação de animais da quinta em barro.

Férias

  1. Peddy paper (à descoberta da quinta)
  2. Cientistas por 1 dia (bola pinchona e jogo da glória)
  3. Vamos conhecer as plantas (sementeiras, plantações)
  4. Oficina de sabonetes artesanais
  5. Artes plásticas – até 5 anos (sacos de cheiro, medalhões dos super animais)
  6. Confeção de fidalguinhos – 1 vez ao dia (mínimo 5 e máximo 10 crianças)
  7. Ateliê equestre – maneio do cavalo (aprendizagem dos cuidados do bem-estar animal, escovagem e limpeza)

Deixamos aqui o formulário onde poderá fazer a sua reserva.

Para ficar a seber mais sobre as atividades na Quinta, entre por favor em contato connosco.

Aquamuseu

Aquamuseu do Rio Minho – Visitar Viana

Aquamuseu do rio Minho

O que podes ver no Aquamuseu do rio Minho

O Aquamuseu encontra-se localizado em Vila Nova de Cerveira, às margens do Rio Minho. Trata-se de um projeto da Câmara Municipal que acolhe anualmente mais de 25000 visitantes. O Aquamuseu, inaugurado em 2005, é por isso o principal polo de atração turística de Vila Nova de Cerveira.

O Museu apresenta diversos projetos e atividades direcionados ao público escolar desde a Pré até ao ensino universitário. 

Destaca-se  particularmente :

a) O Aquário: Permite aos visitantes conhecerem os biótipos que habitam no rio desde a sua nascente até à Foz. 

b) O Lontráro: Sensibiliza  para a importânca da preservação de um mamífero que  habita na bacia hodrográfica do Rio Minho; a lontra.

c) Museu da Pesca: A entrada do museu é dedicada á pesca artesanal no rio Minho. Das embarcações, aos utensílios e artes, é possível aprender como a população ribeirinha se dedicava à pesca das diferentes espécies  existentes ao lobngo do percurso do rio minho.

Aquário 1

Zona mais alta do rio

Onde a água é mais límpida e fria. O fundo rochoso apresenta seixos de grandes dimensões e as espécies que encontramos nesta  fase inicial do rio, pertencem à familia dos salmões, mais especificamente ao grupo dos salmonídeos.

O Aquário tem  duas espécies de trutas existentes no rio. Uma delas, a mais abundante e nativa, é a truta fario. A outra, é a truta arco-íris que foi trazida da América na década de 50 do século passado.
A truta arco-íris, por ter uma taxa de crescimento superior à truta fario, é produzida em cativeiro para comercialização nas redes de distribuição nacionais.
As trutas alimentam-se de insetos e de outros peixes de menores dimensões, pelo que são predadoras .

Aquário 2

Zona alta do rio – afluentes 

É possível observar espécies diversas como Bogas Escalos e Góbios.  As duas primeira espécies crescem até cerca de 30 cm e alimentam-se um pouco de tudo. Apesar de não serem atualmente não terem uma importância relevante em termos gastronómicos, eram noutros tempos muito consumidas pelas populações ribeirinhas. Ainda hoje são conhecidos como peixinhos do rio.

O Góbio é uma espécie de menor dimensão. O Góbio é uma espécie exótica, não nativa, introduzida no rio Minho na década de 90 do século passado e habita junto ao fundo rochoso. è usado como isco vivo para atrair peixes  predadores.

Aquário 3

A zona média do rio – barragens

Fortemente afetada pelas barragens  impediu a migração e desova de espécies nativas. O percurso inicial de aproximadamente 250km que o salmão e a lampreia faziam, está reduzido a cerca de 75 Km, local onde está localizada a primeira das 50 barragens existentes ao longo do rio Minho.
As barragens são construídas com diversas finalidade nomeadamente a produção de energia hidroelétrica  e a retenção de água para rega de culturas e criação animal, mas são elas que impedem o acesso das espécies migratórias ás zonas mais altas do rio.

Aqui podemos ver espécies como o salmão, o sável, a savelha, enguias, lamperias e outros…

Aquário 4

A zona média do rio – afluentes

Constitui um polo de desenvolvimento de espécies exóticas, ou seja, espécies não nativas que foram trazidas ao longo dos tempos pelo Homem. Nem sempre estas espécies são benéficas para meio, uma vez que entram em competição direta com as espécies nativas. Um desses exemplos é o do lagostim vermelho – americano que na época em que foi trazido veio com um doença provocada por um fungo que dizimou quase por completo a população nativa de lagostim de patas brancas que neste momento já só se encontra na nascente. Das 15 espécies conhecidas no rio Minho, 8 são exóticas o que demonstra bem as preocupações existentes. Nos dias de hoje é proibida a introdução de espécies exóticas no leito do rio. 
No aquário é possível observar: o pimpão, a tenca e mais recentemente a perca sol. Das espécies nativas, a única presente no aquário é o ruivaco.

  

Aquário 5

A zona baixa do rio.

Ainda estamos na zona de água doce em que é possível ver algumas espécies exóticas. A carpa existente no rio Minho for introduzida por volta dos anos 90 do século passado. Há duas variedades de carpa no rio Minho; a carpa comum e a carpa espelho. Apesar de não terem muito valor gastronómico na região, a carpa é muito consumida em diversos países e pode atingir os 30 Kg, pelo que são muito apreciadas para a pesca desportiva.
Podemos encontrar também barbos e achigãs

  

Aquário 6

Estuário – afluentes. 

Embora as espécies que falámos anteriormente possam  encontrar-se também nesta zona do rio, elas são espécies de água doce e nesta zona já se faz sentir a influência das águas do mar. Neste aquário temos peixes de menor dimensão. temos o peixe mosquito que sendo uma espécie exótica, foi colocado propositadamente em zonas do globo com problemas de malária de modo a diminuir a população de mosquitos existentes, uma vez que se alimenta de larvas do mosquito.  Uma das espécies nativas que é possível observar neste aquário é o esgana gata que é bastante pequeno e  se esconde nos fundos arenosos.  A outra espécie presente é o verdemã do norte. 

  

Aquário 7

Estuário – banco de areia
Neste aquário é possível observar espécies que toleram água doce e água salgada.  É o caso das tainhas que se protegem e alimentam no estuário, sendo a que se encontra no aquário a tainha negrão, e o salmão que nascendo na água doce, desenvolve-se no mar.
  

Aquário 8

Estuário – sapal
Mantemo-nos na zona com influência da água do mar. podemos observar o peixe rei que faz o seu ciclo de vida completo dentro do estuário. 
O caranguejo verde é também outra das espécies que habitam no sapal do estuário do rio.
mas é também no sapal que habitam as espécies achatadas que os alunos tão bem conhecem. 
A solha, , o rodovalho e o conhecido linguado. Estas espécies escondem-se na areia sendo particularmente difíceis de observar uma vez que a cor da pele se confunde com a própria areia.

Aquário 9

Poça de maré.
Na água salgada, habitam seres fantásticos a serem preservados. Este aquário é muito importante para que os alunos se apercebam dos cuidados efetivos que devemos ter quando interagimos com a natureza. Aqui temos mexilhões, e anémonas que servem de alimento a peixes predadores como o sargo e a dourada que vindo do mar, aqui se vêm alimentar. Muitas pessoas, à procura de bivalves ou até mesmo polvos acabam por pisar e destruir este ecossistema tão frágil. 

Lontrário

Lontrário

O lontrário faz as delícias dos alunos que visitam o Aquamuseu. É efetivamente a principal atração do museu. A lontra que se encontra no Aquamuseu chama-se Eureka e simboliza todas as lontras protegidas e em vias de extinção. Esta, em particular do rio Minho.  As lontras habitam em zonas de água doce, não tolerando a água salgada. Além disso só existem em zonas despoluídas, com abundância de alimento.  Comem peixe, lagostins, rãs e até mesmo alguns frutos silvestres que encontrem. 

*textos adaptados de aquamuseu.cm-vncerveira.pt

Visitar Lisboa - Oceanário

Visitar Lisboa – Oceanário

Oceanário

Como começou

Se a visita é a Lisboa, a nossa capital, não pode faltar uma visita ao segundo maior aquário da Europa.  Criado por altura da Expo98, este foi batizado de ” Pavilhão Oceano”. Foi garantidamente, um dos mais visitados nessa exposição internacional. O Oceanário continua a ser um dos principais polos de atração turística de Lisboa, não só pela dimensão, como também pela diversidade de espécies.

Características

O Oceanário impressiona pelos números. São cerca de 7,5 milhões de litros de água divididos por dezenas de aquários onde habitam cerca de 10 mil seres vivos de 500 espécies diferentes. A principal atração é naturalmente o aquário central. com cerca de 5 milhões de litro de água, que representa o conjunto dos oceanos do nosso planeta. O Aquário ocupa dois pisos do edifício encontrando-se no piso inferior nos aquários paralelos as espécies de maior profundidade e no piso superior as espécies superfície. À superfície, no piso superior é possível descontrair num ambiente tranquilo onde a botânica e as lontras fazem as delícias dos mais pequenos.

Pedagogia

Uma das principais preocupações do Oceanário de Lisboa é o ensino e as crianças em idade escolar. São muitas as escolas que escolhem o oceanário para fazerem a sua visita de estudo.  É por isso que o Oceanário tem programas específicos para as escolas, uma vez que a educação ambiental e o respeito pelo mar, pelas espécies que nele habitam, são uma das preocupações do Oceanário.

Mascote

O Oceanário de Lisboa tem uma mascote que todas as crianças adoram. É o “Vasco”. O “Vasco” é uma referência óbvia ao navegador Português Vasco da Gama que iniciou a rota marítima para a Índia.

É por estes motivos que o Oceanário de Lisboa é um ponto de referência e apoio ao estudo para todos os níveis de ensino. Promove também férias no seu espaço, assim como outras atividades direcionadas a todas as crianças.

Complemente a sua visita:

1) Zoológico de Lisboa